O embate entre os dois vereadores, não é de hoje, é antigo remonta a 2008, quando Rodyson foi um dos protagonistas ao não apoio do Prefeito Vladimir Azevedo ao nome de Edson Sousa para torná-lo presidente. Rodyson foi o vereador que mais foi contra a indicação do nome de Edson Sousa para Presidente da Casa Legislativa no primeiro ano da administração de Vladimir Azevedo (2009). A posição contrária do vereador (Rodyson) estava e está baseada em fatos do passado que envolveu o nome do seu pai, o ex-vereador Zé Milton, com posições contrárias de Edson Sousa. Aí está a origem da desavença entre os dois.
Mas, na tarde de ontem (24/04) Edson Sousa em seu pronunciamento cobrou de Rodyson que ele explicasse sua acusação de que o governo federal não trouxe recursos, investimentos para a cidade. Edson foi veemente na cobrança.
Rodyson em seu pronunciamento, com o sacarmos e risinhos, que os seus pares (outros vereadores) tanto reclamam de sua postura no plenário voltou a fazer novas afirmação sobre uma matéria do jornal “O Tempo” que diz que Divinópolis foi o município mineiro que menos recursos recebeu do Governo Federal, a seguir estava falando sobre a sede administrativa da prefeitura, no alto da Avenida Paraná, quando o vereador Edson Sousa pediu o aparte.
O Edil ignorou e seguiu em seu pronunciamento. Por duas vezes foi alertado pelo Presidente Anderson de que o vereador tinha pedido a palavra, ele continuou a ignorar o não deu o tempo que Edson queria.
Ao final do seu pronunciamento o vereador Edson Sousa, reclamou dizendo que em toda sua vida parlamentar, nos três mandatos, ele e nem outros parlamentares tiveram o pedido de palavra negado. E, criticou a falta de disposição do vereador para o diálogo.
Rodyson em entrevista afirmou que no Regimento Interno da Câmara, ele pode ou não conceder o aparte de qualquer outro parlamentar. E, ele resolveu não dar.
Um outro vereador, até da base do Governo criticou a postura do vereador Rodyson, dizendo que no Regimento Interno ele tem a prerrogativa de não dar a palavra, mas que existe um código informal de postura parlamentar, e até mesmo por educação e companheirismo, que quando um vereador pede a palavra no pronunciamento do outro, desde que este pronunciamento não seja feito na tribuna, é comum ser concedido. “Aí reside a beleza da democracia, o embate na tribuna – A não concessão do tempo indica postura ditatorial e insegurança no debate”, afirmou.
E segundo o vereador Edson Sousa, ontem através do vereador Rodyson foi feito mais um capitulo negativo na história da Câmara, o cerceamento do debate de idéias.






