A chefe do setor de Alvarás da Prefeitura, Janaina Aparecida de Sousa Costa, disse que qualquer pedido para realização de eventos com som na Praça do Santuário, ultimamente, tem sido negado, por causa do barulho que causa para os moradores dos edifícios ao redor da Praça.
Contudo, um trecho, quase em frente a Praça, na Avenida 21 de Abril, entre as Ruas São Paulo e Rio de Janeiro, no último sábado (18), foi liberado para a quermesse da Igreja do Santuário. A justificativa para a liberação, dada pela chefe do setor de Alvarás, quando questionada, foi que o local não era muito próximo dos prédios, ela afirmou ainda que o som da Igreja Católica era mecânico e que o grande problema estava em um único edifício, “Frei Mariano” e que uma moradora (Dona Jesuina) entrou com uma medida cautelar no Ministério Público, e por isso a Prefeitura não estava mais liberando a praça para nenhum evento. Ela chegou a dizer, que, não tinha certeza, mas achava que a senhora, Dona Jesuina, já teria falecido.
Todavia, a informação que colhemos é que a medida cautelar, para a não realização de nenhum evento com som no local, não seria de uma moradora, e sim de um promotor de justiça que reside em um dos edifícios.
O questionamento que está sendo feito, é de que se não pode haver ruído, o som mecânico incomodaria na mesma intensidade, dada a proximidade do trecho da rua à praça.
O Alvará, por instruções de André Luis da Silva, chefe de gabinete do presidente da Câmara, também pastor da Igreja Reviver em Cristo, Paulo César, foi pedido em nome de uma pessoa física, pois assim seria mais fácil ser liberado, do que em nome de uma igreja evangélica. Por esse motivo Marta Rodrigues de Medeiros, foi quem protocolou o pedido.
O fato é que a Segunda Igreja Presbiteriana, só teve o alvará liberado para fazer o evento, na rua da Igreja, no Bairro Bom Pastor, ao lado de várias casas residenciais.
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