Qualquer homenagem para o município deve superar as ideologias políticas e diferenças partidárias. A cidade tem que estar soberanamente acima. Entretanto, os mais radicais opositores à atual administração não estiveram no palanque e muito menos nas ruas junto com o povo.
Segundo informações, um grupo teria marcado em frente a Câmara, não conseguiram reunir nem meia dúzia de “gatos pingados”. Se não conseguem mobilizar, “seduzir” um grupo mínimo de pessoas, como pretendem, tem a pretensão de governar uma cidade. Chega ser petulância, é trocar seis por meia dúzia, ou talvez até por menos.
A quantidade de ações e denuncias dos oposicionistas pode até ser grande, mas falta eficácia, eficiência e prova. Até então tem sido pura fanfarronice, jogo de cena para a TV Câmara. São brados e mais brados, chegando a se transformar em “gritinhos quase histéricos”, mas de concreto mesmo, nada! E, um município não vive só de quantidade, qualquer que seja a situação, é preciso ter qualidade.
O que temos presenciado na Câmara são alguns vereadores, nem todos é verdade, que se indignam quando querem negociar alguma coisa, alguma troca de favores com o Executivo, há alguns dias relatamos o caso de um. É só o Executivo atender e a crítica cessa. Se não gostarem, podemos relatar diversos casos ocorridos.
Quando fazemos comparações entre os parlamentos, exceto em alguns momentos de baixaria geral, tanto na Câmara federal, como no Senado, deve dar vontade de chorar na população divinopolitana quando olha para a qualidade dos debates e as ações do parlamento municipal de Divinópolis.
Mas voltemos à parada cívica realizada nesta quarta-feira (01), comemorando os 99 anos da cidade. Após a execução do hino nacional e dos pronunciamentos dos prefeitos de Divinópolis, Vladimir Azevedo e César de Carmo do Cajuru, toda comitiva desceu tranquilamente, da Praça da Catedral até a Rua Rio de Janeiro, esquina com a Avenida Primeiro de Junho. E, em nenhum momento houve qualquer manifestação de desagrado da população, com nenhuma das autoridades que desceram juntos com o prefeito Vladimir Azevedo, quase todos os secretários, vários vereadores, exceto Adair Otaviano, Hilton Aguiar, Heloisa Cerri e Edson Sousa, os dois últimos não foram também para o palanque das autoridades.
O governador Antônio Anastasia, chegou por volta do meio dia. Desfilou em carro aberto da Praça da Catedral até o palanque oficial. O que se viu foi uma população satisfeita e aplaudindo tanto o governador quanto o prefeito, gritando seus nomes. Bem diferente do caos que a oposição tem pregado na TV Câmara.
Das duas, uma. Diante das contundentes críticas que os vereadores oposicionistas tem feito nas sessões plenárias, televisionadas e transmitidas via internet, não tem a audiência que se pensa, ou os discursos de tão freqüentes, todas as sessões, passaram a não ser considerados pela população.
Os gritos e o “assedio” de forma natural da população com o governador Antonio Anastasia, cria a expectativa de que ele terá os mesmo índices de aceitação que foram dados ao Governador Aécio Neves, e sua proximidade com Vladimir Azevedo, pode criar uma transferência de votos na campanha eleitoral de 2012, quebrando assim o tabu da não reeleição no município, a despeito de várias mazelas listadas pela estridente, mas pouco eficaz oposição. Que denuncia, denuncia, denuncia e nada.
O ponto negativo, pelo menos para a imprensa, que reclamou bastante, foi o impedimento de trabalhar no palanque principal, a partir da chegada do governador, foi solicitado que todos os jornalistas e repórteres deixassem o local. A Rádio Minas, que todos os anos transmite direto do palanque principal entrevistando as personalidades políticas, neste ano, pela presença do governador, foi deslocada para o palanque secundário.
O desfile foi aberto pelos pracinhas combatentes da segunda grande guerra mundial e fechado pelo desfile de centenas de cavaleiros em seus belos animais, na realidade uns nem tão belos, estavam mais para pangarés. Além de carroças com som, às vezes com mais de quatro pessoas à bordo, extrapolando o que o vereador Rodyson explicou, que não seria permitido mais que quatro “tripulantes” por carroça.
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