Os alunos conversaram com os técnicos da Regional sobre o que cabe a cada esfera de governo, federal, Estadual e municipal na organização do Sistema, além do papel GRS e da Central de Regulação.
O medico do Núcleo da Atenção Primária da GRS- Divinópolis, Dr Zeuler Vítor Ramires, abordou em sua fala como foi a implantação do Programa de Saúde da Família aqui na Macrorregião ressaltando que o foco do profissional deve ser sempre o usuário e como a municipalização ajudou a resolver os problemas de saúde locais. “O SUS é um sistema é muito bem organizado no planejamento e na estrutura, mas também apresenta problemas. Foi muito boa a municipalização porque o município sabe quais são os problemas locais”, explicou o médico.
O Coordenador da Central de Regulação Macro – Oeste, Dr. Cláudio Fernandes Castro, explicou a importância do “SUSFácil” para a regulação dos leitos em Minas, ressaltando que o sistema regulador é um dos projetos estruturadores do Estado. Para os alunos, Cláudio informou também que existem hoje em Minas Gerais treze centrais de regulação, uma em cada Macrorregião, o número de leitos de enfermaria, UTI Adulto, Infantil e neonatal existem hoje região Centro Oeste e em quais situações o estado compra leitos. “A Central de Regulação tem o papel de garantir o acesso ao leito aos pacientes que necessitam. Trabalhamos com grau de prioridade, sendo Urgência sem risco de Morte, com risco de morte e internações eletivas”, contou o médico. Logo em seguida, os alunos puderam conhecer a Central de Regulação.
A Coordenadora de Atenção Primária, kênia Carvalho, destacou em sua fala as legislações que sustentam o SUS, as responsabilidades de cada esfera de governo no gerenciamento do SUS, sobre os financiamentos e sobre as redes de atenção a saúde. “O papel do Estado é operacionalizar os serviços de saúde. Nós implantamos as políticas públicas, coordenamos e orientamos os municípios quanto a execução das ações”, disse Kênia.
Agripina Fraga, do Núcleo de Gestão Microrregional da GRS- Divinópolis, destacou as atribuições de cada setor da GRS, quais os programas de cada coordenadoria, o que executam, a visão e a missão institucional da SES/MG, além de destacar o papel da GRS/DIV. “O papel institucional da GRS/DIV é apoiar, implementar e monitorar as políticas e ações de saúde pública fortalecendo a governança da gestão Regional”, disse Agripina.
A professora e médica da UFSJ, Karine Siqueira Cabral Rocha, considerou positiva a visita à GRS.“Foi muito esclarecedor para os alunos. Deu para eles conhecerem como o SUS foi pensado e como ele como ele funciona na prática”, finalizou a professora.
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