Entenda o passado
operação joão de barro da policia federal chega a lagoa santa.
A Operação João de Barro foi a maior operação já realizada pela Polícia Federal no país. No dia 20 de junho de 2008, mil agentes da PF cumpriram 38 mandados de prisão expedidos pela Justiça Federal em Valadares e 230 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.
As medidas judiciais originaram-se de diferentes instâncias, em razão do envolvimento de deputados federais no esquema. A operação alcançou o Distrito Federal e sete estados brasileiros (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Goiás e Tocantins).
Cento e dezenove prefeituras foram investigadas. A movimentação financeira dos convênios investigados ultrapassou os R$ 2,7 bilhões.
Investigação
O que a auditoria do TCU mostrou é que havia um esquema montado para fraudar licitações à semelhança do que fora orquestrado pela máfia das sanguessugas para desviar verbas destinadas à compra de ambulâncias
A gravidade dos fatos, somada às evidências de que as atividades ilícitas não apenas persistiam, como tinham ultrapassado os limites do estado de Minas Gerais e atingiam outras unidades da federação, levou o MPF a requerer a instauração de inquérito policial para ampliar as investigações.
Entenda o presente
Após analise de todo material o MP concluiu que os atos delituosos passaram a ser cometidos por grupos organizados como verdadeiras organizações criminosas
Os envolvidos
O Ministério Público, afirma que, no ápice da estrutura das organizações, estavam parlamentares que negociavam emendas, entres eles, aparece o nome de Jaime Martins Filho.
Os outros são: João Lúcio Magalhães, Ademir Camilo, José Santana de Vasconcelos Moreira, Jaime Martins Filho e José Miguel Martini.
Aparecem ainda, empresários, prefeitos e servidores públicos. A ligação entre eles era feira pelo lobista João Carlos de Carvalho
O tamanho do prejuízo
Em cada fase, o esquema desviava metade dos recursos (50%) ou seja, o total foi de R$ 2,7 bilhões de reais.
Conclusão
Se a denuncia for aceita, os acusados irão responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, tráfico de influência, formação de quadrilha e fraude à licitação.
Os deputados federais por terem foro privilegiado, não vão responder no âmbito criminal, o inquérito corre no Supremo Tribunal Federal – STF
Minas Gerais
Almenara
Alpercata
Alto Jequitibá
Alvarenga
Araguari
Barbacena
Betim
Boa Esperança
Bom Jesus de Minas
Buritis
Buritizeiro
Campanário
Caputira
Carandaí
Contagem
Capitão Andrade
Claraval
Comercinho
Conselheiro Pena
Coroaci
Córrego Fundo
Crisólita
Divino das Laranjeiras
Divinópolis
Engenheiro Caldas
Entre Folhas
Formiga
Fortuna
Francisco Dumont
Frei Inocêncio
Galiléia
Goiabeiras
Gonzaga
Governador Valadares
Ibirité
Iguatama
Ipanema
Ipatinga
Itabira
Itabirito
Itaúna
Jaboticatubas
Jacinto
Jaíba
Jampruca
Japaraíba
Juatuba
Juiz de Fora
Lagoa da Prata
Lagoa Santa
Mamonas
Mantena
Marilac
Mário Campos
Martins Soares
Materlândia
Monte Azul
Montes Claros
Nova Lima
Nova Módica
Oliveira
Papagaios
Passos
Passa Tempo
Paulistas
Peçanha
Pedro Leopoldo
Pequi
Perdigão
Pirapora
Piumhi
Poços de Caldas
Pocrane
Raul Soares
Riachinho
Ribeirão das Neves
Rubim
Sabará
Sabinópolis
São Pedro do Suaçuí
Santa Efigênia de Minas
Santa Luzia
Santa Vitória
Santa Rita do Itueto
Santana do Paraíso
Santana do Riacho
São Domingos do Prata
São Félix de Minas
São Francisco
São Geraldo do Baixo
São Gonçalo do Pará
São João do Oriente
São João Del Rey
São José do Jacuri
São José da Varginha
São Lourenço
São Sebastião do Maranhão
Sardoá
Senhora do Porto
Sete Lagoas
Tarumirim
Teófilo Otoni
Três Marias
Três Pontas
Tumiritinga
Ubá
Uberlândia
Unaí
Vargem Alegre
Vespasiano
Virginópolis
Virgolândia
Rio de Janeiro:
Angra dos Reis
Belford Roxo
Cabo Frio
Espírito Santo:
Cachoeiro do Itapemerim
Tocantins:
Palmas/TO.





