A decisão foi dada na noite desta quarta-feira (5) a pedido da defesa de Adauto. O advogado de Anderson Adauto entrou com um pedido de reconsideração da decisão tomada pelo juiz Lênin Ignachitti na ação civil pública movida pela promotoria de Defesa do Patrimônio Público, que questiona a legalidade do contrato de R$ 15 milhões assinado pelo município com a empresa Home Care Medical (leia).
O contrato, assinado em 2006, está suspenso desde outubro de 2007 por ordem judicial. Antes que ocorresse, a Home Care recebeu R$ 5 milhões da prefeitura para fornecer medicamentos e a administrar as farmácias e o almoxarifado da Secretaria da Saúde de Uberaba. Além de Adauto, a decisão da juíza beneficia o secretário de Governo do município, João Franco Junior, e a funcionária Vera Lúcia Silveira Abdalla.
A assessoria de Adauto informou ontem que a prefeitura havia buscado no contrato com a Home Care a solução de um antigo problema: a falta constante de remédios. A contratação da empresa teria sido legal. Em
Por meio de nota, a assessoria do prefeito informou ainda que ele determinou a apuração de denúncia de superfaturamento em 2007. “A decisão judicial de acatar integralmente o pedido de liminar proposto pelo Ministério Público já nos era esperada diante do histórico do juiz Lênin Ignachitti a respeito de minha pessoa e de nosso governo, principalmente, após a sua mulher ter perdido o cargo de confiança que ocupava na administração municipal”.





