Greve dos funcionários do HSJD causa mais caos na saúde do município de Divinópolis travando atendimento na UPA
A greve que mobiliza quase 80% dos servidores da saúde do Hospital São João de Deus, segundo informações do SINDEESS, além de comprometer o atendimento direto na unidade hospitalar está afetando consideravelmente a Unidade de Pronto Atendimento (UPA Padre Roberto), criando um grande gargalo tanto nas urgências e emergências quanto no eletivo que deixou de ser atendido – As acusações são mútuas entre os dirigentes do SINDEESS e os administradores interventores (DICTUM) do HSJD. Um acusa o outro de intransigência – O superintendente do hospital, Afrânio Emilio diz que a determinação da Justiça do Trabalho de que 70% dos funcionários deveriam estar em seus postos de trabalho não foi e não está sendo obedecida – Por outro lado a presidente do sindicato da categoria, Denísia Aparecida, contrapõe afirmando que está cumprindo a determinação e acusa a direção de não querer dialogar e praticar assédio moral contra os trabalhadores grevistas – Geraldo Couto, diretor da empresa terceirizada, que faz a gestão da UPA, ouvido pelo Divinews, em palpos de aranha no momento da entrevista, se desdobrava em tentar conseguir vagas para pacientes da Unidade de Pronto Atendimento, em outras unidades da região – Já o médico Jorge Abdala Tarabal, afirmou para Geraldo do Divinews que, se a greve persistir a situação tende a piorar e ficar insustentável, contudo é um direito legitimo dos trabalhadores – David Maia disse para a presidente do SINDEESS que não tinha autoridade constituída para interferir em uma greve no HSJD – Nesta segunda-feira (09) seguiram para Belo Horizonte, uma Comissão composta de 13 trabalhadores para uma reunião na Delegacia do Trabalho com o objetivo de “tratar” de aspectos legais da greve.
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