“Depois que a Inês é morta”, já que a instituição hospitalar está quebrada e moída, (embora Ariston Silva (DICTUM) em uma entrevista surrealista e cômica à TV Integração num surto psicótico disse que o hospital está em expansão) é que a ORDEM HOSPITALEIRA, responsável direta, pois foi ela quem elegeu Ronan Pereira, como superintendente do HSJD, que na época como FREI também era membro da Ordem. E foi durante a gestão dele (RONAN) que aconteceu o maior endividamento do HSJD, pela construção de um anexo, em consequência de um atrito de Ronan com a administração municipal. Agora, a ORDEM HOSPITALEIRA, aparece das “cinzas”, como se tivesse autoridade moral para estipular prazos, cobrando o que não fez, ou melhor, fez: CRUZOU OS BRAÇOS e saiu de cena, em uma posição muito cômoda, de aceitar um TAC do MP e sair de cena, deixando os problemas que ela criou, para o MP, o município, o Estado e a União – O mais interessante de tudo o que está acontecendo, é que os atores envolvidos, principalmente o Ministério Público, em nenhum momento, levantou, pelo menos a imprensa não ficou sabendo, a possibilidade de cobrar da ORDEM, pois dinheiro é o que não falta para os religiosos, frades e padres, que tem atuação em todo o mundo. Só no Brasil são três instituições, uma em São Paulo (SP), outra em Petrópolis (RJ), e uma terceira em Aparecida do Taboado (MS) – Por que razão o superior provincial, Vitor Lameira, o Delegado Provincial, Augusto Vieira, além dos conselheiros da Ordem, ficaram alheios à situação todo esse tempo?