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O imbróglio que está ocorrendo é bem simples, e sem maiores elucubrações. A UEMG antes de ser estadualizada de verdade, ou seja, os alunos pararem de pagar efetivamente as mensalidades dos seus cursos, os professores tinham um determinado salário e podiam ser contratados, como em qualquer colégio particular. Como ela foi de fato estadualizada, com os recursos saindo do Tesouro do Estado, este formato já não é mais possível, é necessário que os professores façam concurso para continuarem a dar suas aulas. Só que, no formato anterior, a Funedi, que é a fundação mantenedora da UEMG, pagava salários maiores que o Estado. Aí surgiu o impasse.
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