POR JOTHA LEE – GAZETA DO OESTE: Delano, Delano I e Delano II – Nos três delanos (minúscula mesmo) o escrevinhador detona o inexperto vereador
O jornalista e colunista Jotha Lee, do Jornal Gazeta do Oeste em sua coluna da edição desta sexta-feira (19), entre aspas, perdeu tempo também sobre o que seria óbvio, escrevendo sobre o incrível pensamento surrealista, ou sendo mais popular, surto ou raciocínio samba do crioulo doido do parlamentar (é difícil usar essa função com ele) Delano Santiago –- No texto com o título DELANO, Jotha Lee escreveu: “O vereador Delano Santiago (PRTB), perdeu uma excelente oportunidade de ficar calado, ao fazer um discurso irônico e debochado na terça-feira passada, sobre sua viagem durante o carnaval. É necessário que se diga que o vereador tem o direito, como todo cidadão brasileiro, de ter férias, viajar, curtir o carnaval, se embebedar de pinga e de cerveja, como ele mesmo disse em seu discurso, tem até o direito de cabular o trabalho, como ele fez na primeira sessão do ano, mandando avisar que estaria ausente por que se encontrava em São Paulo. Porém, no caso do vereador, e ele, necessariamente precisava te4r consciência disso, as coisas não são tão comuns quanto para o anônimo. Delano é figura pública, ocupa um cargo altamente importante na vida da cidade, é médico da rede pública e se alguém com toda essa responsabilidade, espera-se no mínimo, bom senso, postura e equilíbrio – Em DELANO I, o jornalista, um dos mais brilhantes da cidade disse: “O discurso do vereador foi um deboche contra o cidadão. Irritado com a publicação das fotos de sua viagem em redes sociais, ele foi irônico. Disse que resolveu por conta própria prolongar seu feriado, o que motivou sua ausência na primeira sessão do ano. “Pelo meu próprio entendimento e pelo meu livre arbítrio, eu me dei de presente prolongar o carnaval e darei quantas vezes eu quiser. E aí, ficou a cargo do presidente da Casa fazer o que ele achar que tem que fazer. Sou brasileiro, tenho livre arbítrio e me dei o direito de me esbaldar como todo brasileiro, no carnaval” disse ele (LEI 7.631/2012-Fixa o subsidio dos vereadores para a Legislatura de 2013 a 2016 e da outras providências. Artigo 1º, parágrafo 2º “A ausência injustificada do Vereador às reuniões de qualquer Sessão Legislativa implica no desconto de 1/30 (um trinta avos) por reunião, a ser efetuado em folha de pagamento. Isso é o que deve ser feito pelo presidente, a não ser que ele aceite como justificativa válida, a ausência para se “esbaldar no carnaval – Finalizando sua perda de tempo profissional, pois poderia estar escrevendo alguma matéria ou artigo mais produtivo para o desenvolvimento da cidade, Jotha Lee, conclui: “As declarações do vereador de que “adora pinga e cerveja” feitas em uma sessão da Casa Legislativa, foram insensatas. Um médico/vereador não tem o direito de fazer apologia ao uso do álcool, como ele fez publicamente. Patética também foi sua tentativa de ganhar a simpatia do público, afirmando que viajou para mostrar o Brasil a Divinópolis, já que muitos nunca poderão fazer a viagem que ele fez. E não poderão mesmo. Para se esbaldar no carnaval, viajar em um transatlântico francês e conhecer dezenas de cidades turísticas, é preciso ter muita bufunfa no bolso e poucos, raríssimos, são so cidadãos divinopolitanos com um salário de R$ 10,5 mil ao mês, para dois dias de trabalho na semana. E o vereador ainda mudou o mapa do pais, levando a Bahia para o Norte. Erros de geografia, cachaça e pinga a vontade à parte, o vereador, tem sim, todo direito de fazer o que bem entender de sua vida privada. Mas, precisa ser um pouco mais discreto e lembrar que como figura pública, sempre ser cobrado, como foi e como deve ser.”
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