Servidores da Secretaria de Desenvolvimento Econômico são acusados de cobrança de propina, incluindo o secretário, Pastor Paulo Cesar dos Santos
O caso começou quando os moradores da Avenida do Contorno, denunciaram no Ministério Público que drogaditos estavam ocupando um galpão próximo ao campo do Flamengo e transformando o local em um novo “point” de consumo de drogas e práticas sexuais. Uma verdadeira cracolândia abrigada das intempéries do clima – Como o imóvel era de propriedade da União, mas por estar às margens da linha férrea, a responsabilidade recaiu sob o DNIT, que foi contatado e à bem da segurança pública da cidade aceitou as argumentações do MP e autorizou que o município o demolisse – A secretaria que ficou incumbida da demolição foi a de Desenvolvimento Econômico, que tem em seu comando o ex-vereador e atual secretário, Paulo César dos Santos, chamado de Pastor Paulo, por alguns – Acontece que, a demolição foi terceirizada para um prestador de serviço que foi pago através de permuta. Ou seja, o pagamento foi feito através da venda dos materiais da própria construção, como exemplo, as toneladas de ferros, entre outros – Após a demolição os terceirizados após sofrerem muita pressão com vários telefonemas, foram achacados com pedido de propina no valor de R$ 5 mil reais, sacados do Banco do Brasil, Agência da Rua São Paulo, no dia 17 de dezembro de 2014 e posteriormente, tentaram achacar novamente, com o pedido de mais R$ 2,5 mil reais, que além de não ter sido pago, o cobrador propineiro, segundo o pai do empresário/vítima, estava acompanhado do secretário de Desenvolvimento Econômico, Paulo César dos Santos – Diante da gravidade do caso que envolve corrupção, segundo os denúnciantes, comprovada, e do grande receio, medo mesmo, que o pequeno empresário estava e está de sofrer qualquer tipo de represália por parte dos envolvidos, o editor do Divinews esteve reunido no final da tarde desta sexta-feira (20), por mais de duas horas, no gabinete do chefe de governo do prefeito de Divinópolis, o secretário Honor Caldas. Estavam ainda presentes, o secretário de Fazenda Antônio Castelo, e o Procurador Geral do Município, Rogério Farnese. Disseram que levariam o caso para o prefeito Vladimir Azevedo, mas com certeza providências seriam tomadas.
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