Hospital São João de Deus, sim! É patrimônio de Divinópolis. DICTUM, Afrânio, Ariston e Geraldo Couto, não!
É preciso que o Ministério Público e outros órgãos, como a Superintendência Regional de Saúde, e a Secretaria Municipal de Saúde, tendo como responsável maior, o mandatário da cidade, o prefeito Vladimir Azevedo, entendam e reconheçam que a população divinopolitana e toda região, defende, quer e precisa é do Hospital São João de Deus de pé, e não de uma gestão equivocada, eivada de vícios, à vista de qualquer um, tanto da área, médicos, funcionários do hospital e fornecedores, quanto os próprios usuários do SUS – Que a Curadoria de Fundações do MP, como resultado do somatório dos últimos acontecimentos envolvendo a prisão de um dos principais artífice e estrategista da DICTUM, Geraldo Couto, acusado de vários crimes em Formiga, SUSPENDA o TAC, TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA, que provocou a INTERVENÇÃO ADMINISTRATIVA do MP no HSJD e nomeou a DICTUM, como empresa interventora – Há muito tempo não existe mais ambiente sustentável para a continuidade desta “empresa” (não é empresa) – Que outra solução seja encontrada pelas partes envolvidas, Estado, Ministério Público e o Município, pois a situação é caótica e promete piorar nos próximos dias, com várias manifestações do sindicato da categoria. Enquanto o CRM continua inerte, só saiu em defesa dos médicos, contra os cubanos, por um posicionamento político ideológico direitista, já contra a DICTUM, silenciou, é como se não existisse nenhuma representatividade em Divinópolis – É difícil entender que após a prisão de Geraldo Couto (DICTUM), acusado de sonegação fiscal, peculato e lavagem de dinheiro, entre outros crimes, e que continua na penitenciária de Formiga até esta data (10/5), com dois pedidos de Habeas Corpus negado pela justiça, seja inocente em Divinópolis. Será que Geraldo foi seletivo em suas falcatruas?
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