+ ROLO NA SAÚDE? eleição de Léo para CMS compromete validade da CONFERENCIA MUNICIPAL DE SAÚDE
Muitos procedimentos e atos que envolveram a eleição do Conselho Municipal da Saúde se demonstram aparentemente como ilegais, com ares de imbróglio mesmo, e que pode comprometer a validade da 8ª Conferência Municipal de Saúde, realizada na última segunda (27) e terça (28) – Mesmo que todo o processo tenha tido o suposto aval da Promotoria da Saúde, como declarou em entrevistas o secretário de saúde David Maia, como instituição que atua na defesa da ordem jurídica e fiscaliza o cumprimento da lei, o Ministério Público se tivesse conhecimento prévio não criaria exceções para determinadas situações, supostamente irregulares e ilegais, como evidencia ter sido o processo de eleição do Conselho Municipal de Saúde, que elegeu Leo Santos como presidente, indicado pela Associação dos Moradores do Centro, que está inativa há algum tempo, somando-se ainda ao fato do mandato de Leo como presidente da associação ter vencido em 15 de maio, portanto antes da eleição do CMS. A informação foi confirmada por Maria Auxiliadora Martins (Dorinha), secretária geral da FAMBACORD (Federação das Associações de Moradores, Bairros e Conselhos Comunitários e Rurais de Divinópolis) – Na manhã desta quinta (30) o Divinews, in loco, confirmou com uma funcionária da FAMBACORD a inatividade da Associação. Contudo, misteriosamente a pasta da entidade desapareceu, não foi encontrada em lugar nenhum dentro da sala – Júnia Máximo da SADEC – Secretaria Geral de Assuntos Vomunitário de Divinópolis, ao passar para o Divinews a cópia da última Ata com a data de 15 de maio de 2013, que elegeu Leo Santos para um mandato de dois anos e que terminou em 15 de maio deste ano, confirmou com veemência que não houve uma nova eleição, em que Leo poderia ter sido reeleito. Portanto, não existiu legitimidade para que Leo fosse indicado e eleito presidente do CMS.
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