“A tropa já voltou a trabalhar – Está prendendo muito”, afirmou comandante da 7ª Região da PMMG na reunião da ACASP
Na concorrida reunião da ACASP – Associação Comunitária Para Assuntos de Segurança Pública, realizada na manhã desta quarta-feira (26), além da apresentação do Relatório Educação e Segurança no Trânsito apresentado por Jadir Raimundo Silva, mestre em educação e especialista em Psicologia do Trânsito, outro tema que dominou a pauta, mas com uma certa tendência em colocar “panos quentes” no assunto, foi a ação do Ministério Público fiscalizando o trabalhos dos policiais – Um dos cidadãos presente, queria por que queria entrar de sola no assunto, mas era contido pela “turma do deixa disso”, “é uma situação pacificada” – Mesmo assim alguns membros se pronunciaram sobre o assunto – O Coronel da 7ª Região Militar, Laercio Reis, antes da entrevista concedida para o Divinews e a Rádio Minas, ainda na explanação dentro do auditório, em sua apresentação fez algumas afirmações e constatações: “Nos debruçamos para resolver a situação e colocamos para ele (promotor) que a tropa retrocedeu. Não vou aqui detalhar quais foram as ações dele (promotor). Tivemos telefonemas de autoridades de Belo Horizonte. Mas a tropa já voltou a trabalhar, e está prendendo muito” – Laércio Reis não poupou críticas a quantidade de festas que existe na região, e com isso a PM tem que retirar homens do policiamento e desloca-los para os municípios festeiros. “É daqui que tem que sair”, lamentou o coronel – O comandante da 7ª Região também não poupou críticas à organização da Divinaexpo realizada no final de maio, inicio de junho. Laercio explicou que junto com outros membros da Acasp estiveram em Barretos, na Festa do Peão daquela cidade, para observarem a questão da segurança pública, com o objetivo de aplicar no Rodeio de Divinópolis, no próximo ano. “A Divinaexpo deste ano foi bem desorganizada, tanto na parte interna quanto externa”, afirmou o Coronel – Um advogado que estava representando a OAB Divinópolis, presidente de Direito Previdenciário, voltando à pauta do MP, afirmou que um promotor de justiça não pode agir livremente “Temos o CNMP (Conselho Nacional de Ministério Público) e nenhuma autoridade está acima do ordenamento jurídico.
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