ATERRO SANITÁRIO, virou ATERRO CONTROLADO volta a ser LIXÃO, comunidade reclama – E o MP?
Desde o início da gestão do prefeito Vladimir Azevedo, ainda no seu primeiro mandato que o tema é espinhoso e não foi resolvido. O que houve na verdade, durante os quase oito anos de administração, foram tomadas medidas paliativas, que acabou tornando-se “solução definitiva” – Nos primeiros anos do primeiro mandato do prefeito Vladimir, Em 2009, o Ministério Público através do então promotor do Meio Ambiente, Mauro Ellovitch, fez pressão para que o município resolvesse o problema naquela época, bem mais grave. E a solução seria a implantação do aterro sanitário. Várias reuniões e audiências publicas foram realizadas, uma foi épica, no Bairro Candelária. Contudo, o projeto em si não avançou. O promotor acabou por ser transferido, e a ideia do aterro sanitário foi arquivado. E o lixão virou foi um aterro controlado, e sobre o assunto o MP nada mais falou – Nesta última sexta-feira (29), por pedido dos proprietários de xácaras e sítios próximos da região do lixão, o Divinews foi verificar a situação e confirmou a denúncia de que parte do improvisado aterro controlado, por não comportar mais, não está sendo coberto como deveria ser – A denúncia é que está ocorrendo a contaminação do solo. E quando começar o período de chuva a situação vai piorar por que a agua contaminada vai direto para as propriedades que estão localizadas abaixo do lixão – O promotor da saúde, Mauro, que pressionou ao administração municipal a resolver o problema, antes de ser transferido, explicou para o Divinews quais eram as diferenças entre “Aterro Controlado” e “Aterro Sanitário” – O controlado é na verdade um lixão que foram tomadas algumas medidas paliativas emergenciais para diminuir o impacto ambiental, como exemplo a cobertura do lixo e que não permite a presença de catadores e tem que ter drenagem de água pluvial. A solução final teria que ser o “Aterro Sanitário” que além da coleta ser diferenciada, tem o tratamento do chorume com a queima de gases, com o funcionamento de uma usina de coleta de lixo reciclável – O resumo da opera é que Divinópolis não resolveu o problema do lixo, tomou medida paliativa, que o MP parece nunca mais ter cobrado secretaria de Meio Ambiente, e se cobrou não tornou pública a cobrança.
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