REUNIÃO ACASP: Subsecretário de Integração diz que crime em Divinópolis está controlado 6,7%
Na reunião semanal da ACASP – Associação Comunitária Para Assuntos de Segurança Pública realizada nesta última quarta-feira (02), no 23º Batalhão da Policia Militar, além dos habituais agentes públicos ligados à segurança de Divinópolis, o deputado estadual Fabiano Tolentino (PPS) convidou o Coronel Mauricio Santos, subsecretário de Integração da Policia Militar que traçou um breve panorama sobre a segurança pública no Estado – Mauricio, não afirmou explicitamente, mas nas entrelinhas deixou transparecer que os tucanos deixou Minas em petição de miséria tanto na PM, quanto na Civil e Suap. Sua fala, neste aspecto não foi novidade, por que os sindicatos das categorias, já em 2014 falaram diversas vezes sobre o abandono e o sucateamento da segurança pública em Minas – O coronel elogiou a existência da ACASP ressaltando que segurança pública se faz é com a participação popular, sem o envolvimento e comprometimento da população fica bem mais difícil – Disse ainda que em todos os locais que ele vai, nos mais diversos municípios as demandas são as mesmas, falta de efetivo, viaturas armamentos – E que o governo Pimentel sensibilizado com a situação está criando mais vagas através da reconvocação de policiais e a abertura de concursos para o interior e capital, algo em torno de 5 mil novas vagas deverão ser preenchidas, e que a Policia Civil também vai fazer contratações, assim como o sistema penitenciário – Alguns dados que o subsecretário passou, que posteriormente à boca pequena não houve concordância com tais índices. Quando, por exemplo ele diz que o crime em Divinópolis está controlado que está com o índice de 6,7% contra 18% do estado. Acrescentando no rol de cidade que conseguiu diminuir o crime, os municípios de Uberlândia, Uberaba e a região de Patos de Minas que teria dado uma boa melhorada – O Comandante da 7ª Região Militar, em sua explanação além de falar dos investimentos que estão sendo providenciados pelo estado, como o aumento do efetivo e a mudança do sistema de comunicação que vai evitar a sua inviolabilidade, falou ainda do problema da retenção de policiais que ficam custodiando o preso durante as audiências no Fórum, que está tentando resolver este problema para liberar mais homens nas ruas.
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