TETO DA CÂMARA de DIVINÓPOLIS cai em consequência das chuvas e obra MAL EXECUTADA (veja vídeo)
Durante a reunião ordinária desta terça-feira (27), por volta das 17h30min, em consequência do temporal que se abateu sobre a cidade, parte do teto, ou melhor, o forro da Câmara de Divinópolis na Diretoria Legislativa (DILEGIS) e na Secretaria Geral, um PUXADINHO que foi realizado na gestão da ex-secretária-geral, Vanícia Rocha, simplesmente desabou sobre a cabeça do atual secretário-geral Flavio Ramos, e colocou as funcionárias daquele setor em polvorosa, ante a possibilidade que todo o teto da ala nova da Câmara, o tal “puxadinho” pudesse cair – Todos ficaram atônitos com o que estava acontecendo. E segundo o presidente, Rodrigo Kaboja, as responsabilidades serão apuradas. E em consequência dos estragos, não haverá reunião ordinária na próxima quinta-feira, ou outra qualquer atividade, inclusive a Audiência Pública que estava marcada para esta próxima quarta-feira (28) – Quem compareceu no local, foi o secretário Drayfuss Rabelo, que responde pela pasta da Defesa Civil, que, ainda segundo Kaboja, chamará os engenheiros da prefeitura para avaliarem os estragos da chuva – É fato que o local terá que ficar interditado pelo menos pelos próximos dias – Vários documentos foram perdidos, computadores e impressoras foram molhadas – A sala da presidência, assim como a outras salas do puxadinho construído por aquela construtora (Daqui a pouco lembramos o nome, lembramos), Trans-Alves que o proprietário é amiguinho da ex-secretária Vanícia Rocha, virou uma cachoeira, descendo água em todas as paredes – Relembrando: Como anteriormente eram apenas 13 vereadores, foi necessário a realização de uma obra para acomodar mais 6 vereadores, com isto, a Secretaria Geral que funcionava no andar térreo, foi remangada para o segundo andar, no puxadinho que foi construído, e aproveitaram para, também através de um puxadinho, crescer a área da Diretoria Legislativa, que foi a área mais afetada, cujo o forro de gesso desabou – Lembrando ainda que, no mesmo local, que foi construído o puxadinho, foi necessário demolir uma construção que já existia no local, pois foi condenada pelo Corpo de Bombeiros, por risco de desabar – O valor da reforma foi inicialmente orçada pela empresa Trans-Alves Transportes e Serviços Ltda, ainda na gestão do então presidente, Anderson Saleme, em R$ 130.749,71. Contudo, quando o presidente seguinte, assumiu, no caso, o vereador Rodyson, foi publicado no Diário Oficial do Município um termo aditivo elevando o valor da obra para R$ 221.895,46 – Nas duas gestões dos ex-presidente Anderson Saleme e Rodyson Kristinamurti, a secretária-geral, era Vanícia Rocha, que atualmente está no gabinete do prefeito, Vladimir Azevedo – Há informações que recentemente a ex-secretária teve fazendo ingerências junto ao atual presidente Rodrigo Kaboja, com a intenção de voltar. E a ironia é que, o teto, caiu exatamente sobre a cabeça do atual secretário-geral, Flavio Ramos, que por coincidência no momento da queda do forro estava naquele setor – ATUALIZAÇÃO: os envolvidos na construção, no passado, rapidamente criaram a possibilidade de o desabamento tenha ocorrido em consequencia de calha entupida, por que tem uma árvóre do vizinho que está sobre o telhado do prédio da Câmara. Existem duas variáveis neste aspecto, uma delas e a irresponsabilidade da falta de manutenção, que não tivessem previsto e em anos não viram que a árvore está sobre o telhado da Casa Legislativa, e a outra é que no projeto concebido, não fizeram uma mísera previsão de escape da água, se a calhe viesse a entupir. Simplesmente a água, no caso, foi jogada sobre o forro de gesso. A pressão será enorme para que a Defesa Civil, que é um órgão da Prefeitura dê o simples laudo de que foi entupimento das calhas. E não falha de projeto.
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