Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG, entidade que representa 65 mil empresas no Estado, Flávio Roscoe, faz um alerta sobre a necessidade urgente de uma reforma da Previdência: — Sem ela, o Brasil vai fracassar. Tudo vai piorar. A mudança é necessária para que o país continue solvente.
O empresário considera que o pacto pela retomada do crescimento social e econômico passa, necessariamente, por mudanças na regra da Previdência. E está otimista com o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), que tem o assunto como uma das principais bandeiras do novo governo:
— A indústria mineira, como todo segmento produtivo, espera uma mudança muito grande nas diretrizes do Brasil, numa valorização da produção, do trabalho e, até agora, as escolhas do presidente (eleito) e o discurso dele têm sido bem aceito por toda parte industrial.
Roscoe destaca que Bolsonaro vem acertando nas escolhas dos nomes para compor o futuro governo. Destaca a indicação do empresário mineiro Salim Mattar, dono da Localiza, fundada em 1973, para a Secretaria de Privatizações do próximo ministro da Economia, Paulo Guedes:
— Fará um bom trabalho na secretaria. Entende do mercado de capitais e as privatizações vão se dar muito a partir do próprio mercado de capitais. Ele vai gerar muito valor ao Brasil.
Na mesma toada, o presidente da FIEMG defende o nome de outro mineiro, o do deputado federal Jaime Martins (Pros-MG), para o Ministério de Minas e Energia. O próprio Bolsonaro já confidenciou à equipe de transição que estuda o nome do parlamentar.
Jaiminho, como é chamado, é engenheiro metalúrgico e mecânico e especialista em administração financeira. Está no sexto mandato na Câmara dos Deputados.
— Vemos com bons olhos a indicação do deputado, pois entende do assunto. Ele é técnico e ao mesmo tempo tem excelente trânsito político. É uma liderança importante na aprovação de reformas. E é ficha limpa. Um excelente nome para o Brasil, para o setor produtivo.







A FIEMG só defende o próprio rabo. Se ela apoia, temos que ser contra.