Estelionatária comprou estande na Divinaexpo 2016 em Divinópolis, e aplicou golpe da viagem em 45 pessoas no valor de R$ 80 mil reais – Está presa

Publicado por: suporte

Segundo entrevista da Delegada Adriene Lopes, da Policia Civil, a estelionatária Pollyanna Marques de Paula, começou a aplicar seus golpes de viagens premiadas, na edição da Divinaexpo 2016. A criminosa, por R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) e alugou um estande com o nome da sua empresa legalmente constituída, Mega Operadora de Turismo Ltda, e lá prospectou diversos clientes, sendo que 15 já foram identificados e outros 30 ainda não – Pollyanna oferecia um programa de turismo que possibilitava a viagem para quase todos os estados do país, através de inexistentes convênios com hotéis. Quando o visitante do estande não fechava o negócio imediatamente, no ato da visita ao estante montado na Divinaexpo, o suposto interessado preenchia um cupom, para ser usado posteriormente no golpe, ocasião em que ela ligava e dizia que a pessoa teria sido sorteada para usufruiu de estadias em hotéis da escolha da vítima em qualquer lugar do Brasil, mas para isso ela teria que ir ao Hotel JB, local em que se hospedou pagando uma diária de R$ 250 reais, para providencias os procedimentos relativos a falsa viagem. Nesta ocasião ela tentava novamente vender o falso plano. O preço na verdade, era o que a vítima tivesse na conta corrente, mas ela aceitava cheques e também cartões de crédito. Existia uma semilegalidade, já que possuia empresa registrada. No cartão do CNPJ aparece o endereço da Avenida Afonso Pena, 262 sala 2104, porém o endereço que ela estava usando ultimamente é da Rua Guajajaras, 1470 salas 1508 e 1509, ambos em Belo Horizonte. Ainda conforme a Delegada Adriene Lopes, a empresa de Pollyanna também estava registrada na Embatur, contudo, com os dados desatualizados, e o endereço que constava era outro diferente dos dois, Afonso Pena e Guajajaras. Após o fechamento do negócio ninguém conseguia mais contato com ela através dos diversos telefones que constavam nos folhetos – O crime só foi descoberto por que uma das pessoas lesadas, imediatamente ligou para um dos hotéis tido como um dos conveniados e quis saber como poderia usar os serviços da Mega Operadora de Turismo, foi informada que não existia qualquer tipo de convenio com a tal empresa.


Delegada Adriene Lopes

 

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