“Dados da Secretaria Estadual de Saúde revelam que 22 pessoas morreram na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Padre Libério, em Divinópolis, só em abril deste ano, aguardando leitos hospitalares. Este é um número assustador e uma realidade que temos que combater”, diz o deputado, destacando a importância da audiência pública.
Tolentino reforça ainda que a construção do Hospital Público é um fator importante para o Centro-Oeste de Minas, “mas o Hospital São João de Deus não pode ser deixado de lado”, justifica. “Precisamos cobrar resultados e investimentos do Governo de Minas, que tem responsabilidade na qualidade da prestação dos serviços de saúde nas nossas cidades”, diz.
Instituição filantrópica ligada à Ordem Hospitaleira de São João de Deus, presente em 51 países, o Hospital São João de Deus, em Divinópolis, começou a ser construído em 1° de junho de 1962 e foi inaugurado em 1° de junho de 1968. Com área construída de 17.600 m², a instituição, hoje, dedica mais de 70% de suas atividades ao Sistema Único de Saúde (SUS), atendendo 57 cidades da região Centro-Oeste de Minas Gerais.
Foram convidados a participar da audiência o prefeito municipal de Divinópolis, Vladimir de Faria Azevedo; o presidente da Câmara Municipal, Rodrigo Vasconcelos de Almeida Kaboja; o secretário de Estado de Saúde, Fausto Pereira dos Santos; o superintendente do Hospital São João de Deus, Afrânio Emílio Carvalho; o diretor do Instituto de Gestão e Perícia, Áriston de Oliveira Silva; o secretário executivo do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região do Vale do Itapecerica, Marco Aurélio de Oliveira; a superintendente Regional de Saúde da Secretaria de Estado de Saúde, Gláucia Sbampato Pereira; o promotor de Tutela das Fundações, Sérgio Gildin; o promotor nas áreas de Defesa do Patrimônio Público e da Saúde Pública, Ubiratan Domingues; e o promotor de Justiça Coordenador do CAO-Saúde, Gilmar de Assis.
Segundo notícia publicada em uma mídia impressa da cidade, o promotor de Justiça Sérgio Gildin, que é o Curador das Fundações, e responsável pela intervenção administrativa no HSJD, através de um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta, não participará da reunião, “por compromissos previamente agendados”, segundo o jornal.
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