VIVO ou MORTO? Família divinopolitana levanta suspeitas que parente possa ter sido transferido de Divinópolis para Oliveira, já morto

Publicado por: suporte

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O Divinews entrou em contato na última quarta-feira (14) com a UPA Padre Roberto, e recebeu a orientação que fosse feito um oficio endereçado ao diretor técnico, Marco Aurélio Lobão, solicitando informações sobre o caso.

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No hospital São Judas Tadeu que funciona no mesmo espaço da Santa Casa de Misericórdia em Oliveira, obtivemos a informação que o caso seria esclarecido pela enfermeira chefe, que estava em reunião e que posteriormente retornaria a ligação. Não retornou.

Na noite da última terça-feira (13), o Divinews por solicitação de Maria Santos, viúva de Geraldo Ferreira foi até a sua residência para ouvir o que aconteceu. Além de Maria estavam presentes o filho e a nora de Geraldo. Quem contou os detalhes foi o filho, que já foi voluntário no Hospital São João de Deus, e conhece muitas pessoas do meio. Daí se deu a sua facilidade de acesso à qualquer dependências da UPA, inclusive o CTI.

O filho conta que após a família ter recebido a notícia da morte de Geraldo na terça (02/12) à tarde, e eles terem ido para o município de Oliveira para tomar as devidas providencias, o corpo, inclusive os olhos estavam da mesma forma de quando ele foi transferido da UPA para Oliveira, na segunda-feira (01/12) e na mesma terça (02) ainda na parte da manhã, quando eles foram avisados que a situação era gravíssima. Daí a desconfiança que eles tem que o pai foi transferido da UPA para Oliveira, mesmo estando já morto.

Que razão ou razões plausíveis levariam os gestores da UPA a tomar uma decisão macabra desse nível? Poderia ser da medicina super capitalista, de ter ganhos financeiros na transferência de pacientes de um local para o outro?

Seria em consequência do tamanho do filho do paciente, um “verdadeiro armário”, com quase 2 metros de altura e 135 quilos, com cara de poucos amigos e bastante questionador e um nervoso, aparentemente contido, mas que estava prestes a explodir.

A princípio a primeira hipótese, em consenso com um médico consultado pelo Divinews, estaria descartado, pois até aquele momento a informação é que o paciente teria sido transferido através do SUSFÁCIL para um hospital também público. Posteriormente é que veio a informação que a unidade hospitalar é público e particular ao mesmo tempo.

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Já a segunda, por intimidação física, do tamanho do filho da vítima. Seria ainda mais inconcebível. Porém não descartada pelo próprio Cláudio.

O fato é que procedendo ou não o fato que Geraldo possa ter sido transferido com ou sem vida para Oliveira, o tempo e os processos provaram a total degradação do sistema de saúde. Por que, possivelmente, se ele tivesse sido atendido de outra forma, de maneira mais célere, poderia ainda estar vivo. O processo de transferência de uma cidade para a outra é perverso, tanto para a vida do próprio paciente, quanto dos familiares, haja vista que seu filho Cláudio, quase capotou o seu veículo nas idas e vindas para Oliveira.

Paralelamente existe um segundo caso, que em breve o Divinews vai noticiar, em que uma filha de uma paciente, testemunhou a existência de vários leitos vazios na Unidade Dois do Hospital São João de Deus, no antigo Pronto Socorro. Por que razão não transferiram Geraldo para lá, e sim para Oliveira?

A esposa de Geraldo, Maria Santos, inconformada com a morte do marido, está nas redes sociais denunciando, o que para a família é quase certeza, Geraldo teria sido transferido já morto.

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