Em primeiro lugar ficou o senador do PSC, Eduardo Amorim, do Sergipe, o PT, entre os dez primeiros, emplacou três senadores, o carioca, Lindbergh Faria em 2º lugar com 9,53 pts, a seguir Aníbal Diniz, com 8,23, também do Sergipe e Gleissi Hofmann do Paraná em 10º. Já o PMDB colocou dois nomes, em 5º lugar Eunicio Oliveira, com 7,75 pts e Waldemir Moka com 7,12.
1º EDUARDO AMORIM – 10 PSC – SE
2º LINDBERGH FARIAS – 9,53 – PT – RJ
3º ARMANDO MONTEIRO – 9,32 – PTB – PE
4º ANIBAL DINIZ 8,23 – PT – AC
5º EUNÍCIO OLIVEIRA – 7,75 – PMDB – CE
6º ANTONIO CARLOS VALADARES – 7,72 PSB – SE
7º ZEZE PERELLA – 7,48 PDT – MG
8º WALDEMIR MOKA – 7,12 PMDB – MS
9º RANDOLFE RODRIGUES – 7,04 PSOL – AP
10º GLEISI HOFFMANN – 7 PT – PR
Os 10 últimos senadores da lista, além de Aécio, na 74ª posição, aparece outro tucano, Cassio Cunha Lima, com apenas 0,13 pts. Depois vem o senador ícone do PDT Cristovam Buarque, com 0,33 e um outro mineiro, Clésio Andrade, com 0,74 pts. Outro ícone da oposição é o ex-governador José Agripino, do DEM, que fala muito e faz pouco, com 1,64 pts está na 69ª posição. Entre os 10 piores aparecem também três petistas, Wellington Dias, Humberto Costa e Ana Rita.
65º ANA RITA – 2,04 – PT – ES
66º CYRO MIRANDA – 1,79 – PSDB – GO
67º HUMBERTO COSTA – 1,77 – PT – PE
68º JOÃO DURVAL – 1,74 – PDT – BA
69º JOSÉ AGRIPINO – 1,64 – DEM – RN
70º WELLINGTON DIAS – 0,76 – PT – PI
71º CLÉSIO ANDRADE – 0,74 – PMDB – MG
72º CRISTOVAM BUARQUE – 0,33 – PDT – DF
73º CÁSSIO CUNHA LIMA – 0,13 – PSDB – PB
74º AÉCIO NEVES – 0
Durante a campanha eleitoral, Veja foi acusada por petistas de favorecer a candidatura de Aécio ao Planalto e de tentar prejudicar a reeleição de Dilma. No dia 26 de outubro, quando foi realizado o segundo turno, a revista foi obrigada pela Justiça eleitoral a publicar em seu site uma nota da coligação de Dilma, rebatendo a reportagem de capa daquela semana, que atribuía ao doleiro Alberto Youssef a declaração de que a presidente Dilma e o ex-presidente Lula sabiam do esquema do petrolão.
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“São levadas em conta propostas de ajuste na legislação capazes de contribuir para um país mais moderno e competitivo, segundo a perspectiva de Veja e da Editora Abril”, explica o cientista político Fabiano Santos, coordenador do ranking, divulgado pelo quarto ano consecutivo.
O professor do Iesp-Iuperj ressalta que neste ano houve maior equilíbrio entre parlamentares do governo e da oposição em comparação a anos anteriores. Se as primeiras colocações ficaram basicamente com parlamentares do PSDB e do DEM nas edições anteriores, desta vez, entre os 20 mais bem colocados na Câmara, por exemplo, sete são da dupla oposicionista e sete são dos dois principais partidos da base governista, PT e PMDB. Os seis demais são do PPS, do PTB, do SD, do Psol e do PMN.
“Tivemos um longo e árduo ano de campanhas para os pleitos presidencial e legislativo — contaminadas, mais uma vez, por uma sucessão de escândalos que envolveram a classe política e alguns candidatos-protagonistas. Senadores e deputados passaram boa parte de 2014 empenhados em levar aos seus eleitores o resultado do trabalho desenvolvido a partir de 2011″, diz o texto publicado pela revista.
O Núcleo de Estudos sobre o Congresso desenvolveu uma metodologia que leva em conta todas as etapas de uma proposição, de sua origem à votação final, com peso específico em cada uma das fases. Segundo Fabiano Santos, houve outra especificidade no levantamento deste ano. “Muitos congressistas se lançaram na disputa para os executivos federal e estaduais. Isso trouxe pelo menos duas consequências: a) um número pequeno de deliberações no Congresso, se considerarmos como base o período 2011-2013; b) pouco trabalho feito por parlamentares que, em outro momento, teriam maior atuação nos processos decisórios do Legislativo.”
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