Como já era esperado, o relatório do tucano Antônio Anastasia, que também cometeu pedaladas fiscais quando governador de Mina, e é unha e carne com Aécio Neves, o “homem menino, que não sabe perder” (dá título de filme), o Senado, foi aprovado por 15 votos favoráveis ao impeachment contra 5 votos contrários – O circo montado no Brasil, seguirá no próximo dia 11, uma quarta-feira, quando os, digamos, parlamentares senadores, votarão em plenário e terminarão com o primeiro ato da ópera bufa que se encena no Brasil, mais especificamente com os atores do Judiciário, Legislativo e até do Executivo, com o ator canastrão, Michel Temer – Apresentaram votos favoráveis os seguintes senadores: os líderes do PP, Ana Amélia (RS), do PSC, Eduardo Amorim (SE), do PV, Alvaro Dias (PR), do PSB, Fernando Bezerra Coelho (PE), do PMDB, Waldemir Moka, do PSD, José Medeiros (MT), do DEM, Ronaldo Caiado (GO), do Bloco Parlamentar da Oposição (PSDB-DEM-PV), Ricardo Ferraço (ES), do PTB, Zezé Perrela, do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB), do PR, Wellington Fagundes, do Bloco Moderador (PTB-PR-PSC-PRB-PTC), Magno Malta, do PPS, Cristovam Buarque, e do Bloco Parlamentar Democracia Progressista (PP-PSD), Gladson Camelli –– Votaram contrário à aprovação do relatório tucano: Gleisi Hoffmann (PT-PR) criticou os “golpistas da Constituição” e comparou o atual processo de impeachment a uma “infração de trânsito” que é punida “com a pena de morte”. A senadora Vanessa Grazziotin, do PCdoB, também apresentou voto contrário ao relatório, assim como o líder do PDT, Telmário Mota, o líder do governo, Humberto Costa (PE), e o senador Lindbergh Farias (RJ), na condição de vice-líder do PT – O senato petista, Humberto Costa havia dito mais cedo em entrevista à TV Senado que o resultado da votação já era conhecido na comissão em que os integrantes “foram escolhidos a dedo”.