O acidente ocorreu na manhã deste último sábado (20) no município de Fama, na região do Lago de Furnas e já foi amplamente divulgado por vários veículos de comunicação. O helicóptero fazia voos panorâmicos sobre o lago, e no momento do acidente, o piloto Bruno Abitbol de Andrade Nogueira, residente em Divinópolis, na Rua Serra do Cristal, segundo informações constante na documentação do seu veículo, multado pelo Secretária de Transito de Divinópolis, voava com o sargento Marcos Antônio Alves, de 44 anos e sua esposa, Livia Reis, de 27 anos. O militar era comandante de um destacamento da Policia Militar.
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BRUNO ABITBOL DE ANDRADE NOGUEIRA
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AB04960071
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HKS5815
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30/7/2012
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08:30:00
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R SERRA DO CRISTAL, 422
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7030/1
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153,23
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191,54
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Segundo informações de alguns veículos de comunicação, mais próximo do acidente, que noticiaram o fato no sábado (20) o piloto Bruno Abitbol antes da queda fazia manobras arriscadas, chegando a oferecer perigo às pessoas que o acompanhavam nos voos. Ainda sendo tais veículos, o helicóptero caiu de bico na água, a cerca de 100 metros da margem do lago. “Ele estava muito perto da beira d´água e na hora que ele tentou voltar, ele caiu e explodiu. O piloto conseguiu pular pra fora”, disse o eletricista Thiago de Souza. “Pelo jeito que ele caiu, ele descontrolou e foi de bico na água”, completou o servente de pedreiro Rosivaldo de Paula.
Após a queda do helicóptero, segundo a polícia, o piloto fugiu do local e só se apresentou em Elói Mendes (MG), cidade que fica a 50 quilômetros de onde aconteceu o acidente, sem tentar prestar socorro às vítimas. “Ele fugiu do local do acidente, nem no hospital ele foi”, disse o major da Polícia Militar, Adenízio de Paula.
Depois de se apresentar à polícia, Bruno Abitbol de Andrade Nogueira foi atendido no hospital de Elói Mendes sob escolta e depois levado para a delegacia de Varginha. Na chegada à sede da Polícia Civil, ele não quis falar sobre o assunto. Conforme a polícia, o piloto fazia manobras arriscadas oferecendo perigo às pessoas que o acompanhavam nos voos. Testemunhas disseram que a aeronave caiu de bico na água, a cerca de 100 metros da margem.
INVESTIGAÇÃO
O que outros veiculos de informação estão noticiando é que a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) informou que o helicóptero está registrado em nome de um banco, porém, operado por uma siderúrgica com sede em Conselheiro Lafaiete, Região Central de Minas. A aeronave tem capacidade para três passageiros e mais o piloto. O certificado de aeronavegabilidade do helicóptero é valido até abril de 2018, e o documento de Inspeção Anual de Manutenção (IAM) até abril do próximo ano. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai investigar as causas da queda e se a aeronave podia ser usada em serviço de voos panorâmicos.






