Segundo a Assessoria de imprensa do sindicato há mais de três meses, desde abril que a direção da empresa “empurra a negociação com a barriga” e não apresentou nenhuma contraproposta à reivindicação da categoria e querem aplicar somente o reajuste relativo a inflação. Quando na pauta existem 47 itens para serem negociados.
Rogério Matos afirma que existem discrepâncias salariais em cima do próprio plano de cargos e salários, principalmente no nível técnico intermediário. E explicou que nos últimos dois anos a Copasa fez um ajuste que acabou por embolar os salários intermediários.
A empresa oferece somente R$ 5,82% de reajuste sobre o salário e os benefícios e os servidores querem, além do reajuste um ganho real de 10%. O sindicato alega que a empresa privilegia o capital ao invés do trabalho, onde os acionistas da empresa são privilegiados e quem faz o lucro da empresa que são os trabalhadores não conseguem fazer com que eles sentem em uma mesa de negociação. Os representantes do sindicato em Divinópolis afirmam que a diretoria “dá como desculpas” restrições da ARSAE para que ocorra um acordo entre as partes, “mas nós não acreditamos”.
O Sindiágua questiona também a qualidade dos serviços dos terceirizados. Eles querem que o número de terceirizado seja reduzido e que ocorra concurso público.
Outra reinvindicação da categoria é quanto ao plano de saúde. Pois existem dois planos, um hospitalar e outro de consultas e exames. Eles querem que os dois sejam reunificados, criando apenas um único plano.
A entrevista é finalizada com a constatação dos líderes sindicais: “sabemos que a empresa tem altos lucros contudo se nega a repassar para o trabalhador, se preocupam mais com os acionistas”
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