No último sábado (28), sou seja, ontem. Gleide Andrade, secretária nacional de Orçamento e Finanças do Partido dos Trabalhadores (PT), utilizou suas redes sociais para manifestar sua indignação contra a violência política que a primeira-dama Janja Lula da Silva tem sofrido nos últimos tempos. Gleide destacou que essa violência ultrapassou todos os limites e reflete um movimento que tenta silenciar Janja e transformar sua atuação em um papel figurativo.
De acordo com Gleide, muitos desconhecem a história de Janja como militante política desde os 16 anos e tentam negar sua contribuição. “Querem calar sua luta e transformá-la em uma primeira-dama sem voz, meio que fantoche”, escreveu. Gleide acredita que a resistência a Janja se dá pelo fato de ela protagonizar um projeto de transformação social, lutando pela igualdade de gênero, pelo combate à fome e pela nutrição global. “Estamos do seu lado, Janja. Não soltaremos suas mãos. Basta de violência! Força, Janja!”, concluiu.
A história do termo “primeira-dama”
O termo “primeira-dama” surgiu nos Estados Unidos no século XIX, mas seu uso ganhou destaque entre 1885 e 1889, durante o mandato do presidente Grover Cleveland, quando a imprensa americana utilizava a expressão “a primeira-dama da nação” para se referir à esposa do presidente, Frances Folsom Cleveland. Posteriormente, o termo tornou-se oficial e foi adotado por outros países, incluindo o Brasil, para designar as esposas de chefes de Estado.
Janja no terceiro mandato de Lula
Com o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, tem buscado ressignificar o papel de primeira-dama, mostrando um protagonismo inédito. Desde a campanha, Janja já demonstrava influência, participando de escolhas de agenda e tomando a frente em ações nas redes sociais.
Na posse presidencial, Janja foi responsável por comandar a equipe que planejou a cerimônia, incluindo a ideia de que representantes do povo brasileiro subissem a rampa e entregassem a faixa presidencial a Lula. Além disso, tem participado de discussões sobre políticas públicas nas áreas de Cultura, Mulheres e Direitos Humanos, além de atuar em políticas de segurança alimentar e cultura.
Recentemente, Janja utilizou seu perfil nas redes sociais para alertar sobre a ausência de mulheres na foto da assinatura de uma medida provisória voltada para a retomada de obras escolares paralisadas. Sua atuação tem incomodado setores da sociedade machista, acostumados a um papel secundário para as primeiras-damas.
Papel na defesa da democracia em 8 de janeiro
Janja teve um papel crucial durante a tentativa de golpe em 8 de janeiro. Segundo o próprio presidente Lula, foi ela quem o alertou sobre os riscos de assinar a Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que daria controle ao Exército e poderia facilitar uma intervenção militar. “Foi a Janja que me avisou: ‘Não aceita GLO, porque é tudo o que eles querem, tomar conta do governo’”, revelou Lula em entrevista ao documentário “8/1: A Democracia Resiste”.
Pesquisas e resistência machista
O protagonismo de Janja gerou desconforto em uma sociedade machista que historicamente espera ver mulheres em papéis subordinados. Recentemente, uma pesquisa de popularidade sobre a primeira-dama foi encomendada, fato inédito na história brasileira. A pesquisa, no entanto, parece mais uma tentativa de alimentar a oposição do que um interesse genuíno em avaliar seu desempenho.
Fogo amigo dentro do PT
A atuação de Janja também enfrenta resistências dentro do próprio PT. Alguns parlamentares e assessores veem sua influência como uma ameaça, embora seja natural que um casal troque ideias sobre suas vidas profissionais. A proximidade de Janja com Lula e sua participação em questões políticas geram insegurança em alguns setores dentro da agresmissão partidária. Principalmente dos inseguros diante das mulheres.
Machismo contra Dilma e a corrupção masculina
O machismo na política brasileira não é novidade. A ex-presidente Dilma Rousseff foi alvo de um impeachment com acusações que posteriormente se provaram infundadas, mas seus detratores nunca pediram desculpas. Enquanto isso, a corrupção masculina segue sendo quantitativamente e qualitativamente superior, mas raramente é alvo do mesmo tipo de escrutínio.
Gastos com Janja em viagens
Recentemente, surgiram críticas aos gastos da primeira-dama em viagens oficiais, mas essas comparações são desproporcionais quando analisadas em relação a administrações anteriores. Em um país que busca avançar em igualdade de gênero e representação feminina, a presença ativa de Janja é um passo à frente.
Conclusão: Que venham mais Janjas!
Janja Lula da Silva simboliza uma nova abordagem para o papel de primeira-dama no Brasil: ativa, engajada e comprometida com as causas sociais e democráticas. Apesar das críticas e resistências, sua presença é um marco de protagonismo feminino e uma resposta contundente ao machismo que ainda permeia a sociedade brasileira.







É, o que não falta são os imbecis aduladores à espera de um cargozinho no governo, para, assim, meterem s mão nos cofres públicos.
Mais uma sambasquá a favor dos bactéria. AFF
Ninguém merece!! Acorda mulher? Esse governo do amor é roubalheira e ilusão.