Não compareceram, os vereadores, Rodyson do Zé Milton (PSDB) Adair Otaviano (PMDB), Anderson Saleme (PR), Antonio Paduano (DEM), Pastor Paulo Cesar (PRB), Roberto Bento (PT do B)
Logo no inicio Pedro Coelho mostrou fortes e degradantes imagens do lixão, dizendo que não existia mais condições que a situação continuasse daquela foram e que a decisão da interdição do lixão foi para atender os órgão estaduais e federais.
O ambiente no plenário não era dos mais tranqüilos, isto porque os catadores presentes, em alguns momentos interrompiam a apresentação do promotor, para protestarem sobre a situação deles.
Mauro Ellovitch de forma ponderada conseguia contornar a situação de indignação dos catadores, não fosse a habilidade no trator interpessoal do promotor, a situação poderia descambar atrapalhando sua apresentação.
Mauro, por diversas vezes, afirmou que o aterro controlado é provisório e paliativo para este momento emergencial, disse ainda que os catadores não podem trocar a dignidade de suas vidas, tendo uma nova colocação, apenas por dinheiro.
O promotor enumerou os pontos para que Divinópolis resolva de vez o seu problema com resíduos sólidos, isto sem antes, elogiar a gestão da cidade de Itaúna, que está bem à frente do município de Divinópolis.
Soluções apontadas
– Elaboração de um plano de gestão integrado dos resíduos sólidos
– Adoção de medidas emergenciais de aterro controlado
– Informação e participação da sociedade
– Escolha de área adequada para instalação de aterro sanitário e usina de triagem e compostagem.
– Licenciamento ambiental (Copam)
– Gestão política para obtenção de recursos
Mauro, para finalizar, explicou que somente os municípios com licenças ambientais na gestão do lixo podem receber repasse de ICMS, entre outras restrições existentes e outras que estão por vir.
Durante a reunião foi formada uma comissão com membros do executivo, legislativo, associação de moradores, CREA, catadores e promotoria.
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