O Divinews recebeu, no início da noite desta terça-feira (16), a confirmação do Hospital São João de Deus de que a criança de 3 anos, vítima de afogamento no último sábado (13) no Divinópolis Clube, não resistiu e foi a óbito. Até então, a vítima estava em protocolo de morte encefálica, em estado considerado irreversível pelos médicos. Muitas orações foram feitas, mas infelizmente o desfecho não foi o desejado pela população que clamou por sua recuperação.
O caso gerou ampla comoção em Divinópolis e indignação de sócios do clube, que denunciaram falhas graves na segurança e na falta de preparo dos profissionais para lidar com emergências dentro das dependências. Desde o dia do acidente, familiares e amigos da criança viveram dias de angústia e oração, aguardando um desfecho que, infelizmente, se confirmou de forma trágica nesta noite.
A notícia do falecimento aprofunda o debate sobre responsabilidade e fiscalização em espaços de lazer da cidade. Frequentadores relatam que este não foi o primeiro episódio envolvendo falhas de segurança no clube, levantando questionamentos sobre a ausência de salva-vidas devidamente capacitados, pontos de apoio para emergências e protocolos eficientes para situações de risco.
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Pais que tem que cuidar dos filhos. Quem os tem , tem que ter olhos até nas costas. Piscou, é isso que acontece.
A maior responsabilidade é dos pais. Eles são responsáveis pelo filho. É uma tragédia, mas as pessoas quererem culpar o clube não está certo. Filhos tem que ficar direto com os pais vigiando. O local é para diversão, mas quem tem filhos tem que se privar para cuidar deles o tempo todo.
Lamentável como uma criança fica sem supervisão de um adulto? Muito triste e revoltante.