O caso de afogamento que mobilizou Divinópolis desde a tarde de sábado (13) teve um desfecho devastador neste domingo (14). A criança de apenas 3 anos, que foi socorrida em estado gravíssimo após se afogar na piscina do Divinópolis Clube, e segundo informações oficiais do Hospital São João de Deus está em protocolo de morte encefálica. O quadro é irreversível.
A notícia causou ainda mais comoção entre familiares, amigos e moradores da cidade, que acompanham apreensivos o desenrolar dessa tragédia. Desde o acidente, médicos e enfermeiros que estavam no local a lazer, além das equipes de emergência, realizaram intensas manobras de reanimação para tentar salvar o menino.
No entanto, relatos de associados expuseram falhas na segurança do clube. Frequentadores denunciaram a ausência de salva-vidas devidamente capacitados, demora no resgate e a inexistência de estrutura mínima para atendimento emergencial. “É inadmissível que um clube desse porte, com tantos recursos, não ofereça condições básicas de primeiros socorros”, afirmou uma sócia indignada.
O Divinópolis Clube, que carrega a imagem de ser um dos mais tradicionais da cidade, agora enfrenta questionamentos severos sobre sua responsabilidade na prevenção de tragédias. Pais e frequentadores exigem explicações convincentes e cobram medidas para que situações como essa jamais se repitam. A tragédia levanta ainda o extremo cuidado que se deve ter com crianças em locais de piscina, que não se deve tirar os olhos deles, nem um segundo.
Enquanto isso, a cidade chora pela criança que, mesmo tão pequena, deixou uma dor imensa e irreparável.
Protocolo de Morte Encefálica
O protocolo de morte encefalica (ME) é um processo clínico e técnico padronizado, regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que visa garantir um diagnóstico seguro e eficaz da perda irreversível de todas as funções do cérebro e do tronco cerebral. Este protocolo inclui exames clínicos para avaliar o coma e os reflexos do tronco cerebral, um teste para confirmar a ausência de respiração (teste de apneia) e exames complementares (como Eletroencefalograma – EEG) que comprovam a inatividade cerebral, sendo fundamental para a confirmação da morte e para a discussão familiar sobre a doação de órgãos







Segundo a SOBRASA (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático) a prevenção é solução para o afogamento, a distância mais segura que devemos estar de uma criança no ambiente aquático é de um Braço.
No site http://www.sobrasa.org encontramos diversas dicas de prevenção do afogamento que podem salvar vidas.
Muito triste. Onde estavam os responsaveis pela crianca?
ESTAMOS TERCERIZANDO MESMO OS FILHOS. PORQUE O CLUBE ESTA SENDO RESPONSABILIZADO? ACHO QUE PRECISAMOS DE OUTRO OLHAR. O CELULAR VIVE CHAMANDO …
Apesar de todas dor os pais são os responsáveis. Criança de 3 anos de idade
Pai e mãe são os responsáveis diretos.
Onde estávamos pai e a mãe neste momento?
Esse clube é totalmente despreparado, Uma vez meu irmão (6 anos) sofreu um acidente na mesma piscina que o menino afogou, ele estava debaixo do tobogã e um homem o acertou, ninguém estava lá para o orientar e meu irmão bateu a cabeca no fundo da piscina e machucou a boca, ninguem o socorreu, apenas o moço que caiu em cima dele pegou ele e levou ele para meus pais pedindo perdão
Lamentável esse clube por ser tão caro e só pensar em reformas inuteis só pra arrancar mais dinheiro nosso