A cidade de Nova Serrana, viveu um dos momentos marcantes de seu histórico de eventos, com a realização da tradicional Festa do Migrante. A comemoração que se transformou em símbolo da cidade pela importância dos migrantes no contexto do desenvolvimento do município, reuniu milhares de pessoas, emocionou famílias, reforçou a identidade multi cultural de um povo, que e ainda contou com anúncio feito pela Secretária Nacional de Planejamento e Finanças do PT, Gleide Andrade, que terá impacto direto na vida da população, com a recuperação de R$ 100 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, para serem investidos na saúde do município, para construção de uma maternidade, em que Nova Serrana foi contemplada, ainda em 2022, e que o prefeito anterior dispensou. Conforme, Gleide Andrade, ela, junto com o prefeito Fábio Avelar estão recuperando para que tal recurso possa ser usado no Hospital Santa Mônica, que será adquirido pelo próprio município.
Entre os destaques pólítico da noite, a presença de Gleide Andrade, Secretária Nacional de Orçamento e Finanças do Partido dos Trabalhadores (PT), chamou atenção não apenas pelo prestígio político na região, mas também pela importância de seu anúncio, que antecedeu o show de Paula Fernandes.
Gleide, antes do anuncio oficial no palanque, ao Divinews, exaltou a contribuição dos migrantes para o desenvolvimento de Nova Serrana e anunciou que o governo federal já destinou em 2022, cerca de R$100 milhões para a construção de uma maternidade, mas este recurso dispensado pela gestão anterior está em processo de análise para transferência ao Município, garantindo funcionamento do hospital Sta Mônica, tão logo ele seja comprado pela prefeitura, que há anos representa frustração para os moradores.
“Quero dizer da minha alegria de estar aqui, a convite do prefeito Fábio Avelar. Parabenizo o prefeito, porque dele a ideia brilhante de valorizar o povo humilde que saiu do Norte, do Semiárido, da Bahia e de tantas outras regiões deste estado e do Brasil para transformar Nova Serrana em uma cidade pujante. Homenagear aqueles que constroem a cidade é um ato de grandeza imensa”, disse Gleide.
O simbolismo da Festa do Migrante
A Festa do Migrante nasceu como um gesto de reconhecimento e hoje simboliza a essência de Nova Serrana. A cidade, que se tornou referência nacional na produção de calçados, recebeu ao longo das últimas décadas milhares de trabalhadores vindos de diferentes partes do Brasil. Homens e mulheres deixaram suas terras de origem, enfrentaram dificuldades e encontraram em Nova Serrana a oportunidade de recomeçar.
Gleide reforçou esse simbolismo ao caminhar entre as barracas da festa, onde conversou com famílias de diferentes origens.
“É um simbolismo para a nossa região do Centro-Oeste. Caminhamos e encontramos pessoas de Capelinha, do Alto Jequitinhonha, do Médio, do Norte, e até de fora de Minas, como da Bahia. Essa diversidade emociona, porque mostra a força da migração que construiu essa cidade”, afirmou.
A secretária não escondeu sua emoção diante da energia dos participantes.
“Estou muito feliz e muito emocionada. Essa festa, além de tudo, também tem o patrocínio do governo federal, por meio do presidente Lula, o que mostra mais uma vez o nosso compromisso com os municípios e com a cultura. Privilegiar a Festa do Migrante é privilegiar a cultura brasileira”, completou.
O desafio da saúde em Nova Serrana
Se a festa exalta a cultura e a força dos migrantes, o outro tema abordado por Gleide Andrade toca em uma das maiores feridas da cidade, a saúde. Nova Serrana enfrenta há anos dificuldades para atender sua população crescente, que hoje ultrapassa 100 mil habitantes. O Hospital Santa Mônica, erguido como promessa de solução, e ganhou a alcunha de “elefante branco”.
Portanto, Gleide detalhou a situação e anunciou a virada de página.
“Aqui existe um elefante branco chamado Hospital Santa Mônica. Logo que o prefeito Fábio Avelar assumiu, ele me procurou em Brasília. Fomos juntos ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, que se comprometeu a ajudar na questãodesse hospital. Nesta semana, a Câmara de Vereadores aprovou a compra do imóvel. Muito em breve, o hospital será do município e o governo federal irá aportar recursos não apenas para equipar, mas também para o seu custeio. Estamos falando de um investimento de mais de R$100 milhões, já acertado com os ministros Rui Costa”, explicou.
Além disso, em tom enfático, Gleide Andrade ressaltou: “Se existe um governo que tem compromisso com a saúde, é o governo do presidente Lula”.
O impacto político do anúncio
O anúncio de Gleide Andrade não é apenas administrativo, mas carrega também forte impacto político. Em um município marcado por desafios na área da saúde e pela pressão popular pela conclusão do hospital, e a destinação, já anteriormente liberado, de R$100 milhões para equipá-lo e o seu custeio. Isso coloca o governo federal em posição de protagonismo na resolução do problema.
Além disso, o gesto fortalece a imagem do prefeito Fábio Avelar, que aparece como articulador capaz de atrair investimentos e dar resposta às demandas históricas da cidade.
A parceria com o governo federal amplia o capital político tanto do prefeito quanto do Partido dos Trabalhadores, que busca consolidar presença em municípios estratégicos de Minas Gerais.
Cultura e celebração popular
Portanto, a Festa do Migrante não se resume aos discursos políticos. O evento também foi palco de manifestações culturais e musicais, com destaque para a apresentação da cantora Paula Fernandes, que encantou o público com sucessos de sua carreira.
Além disso, Gleide Andrade, convidada para subir ao palco, aproveitou para reforçar sua mensagem de valorização da diversidade e da contribuição dos migrantes.
“Um abraço a todos que nos acompanham nessa noite maravilhosa em Nova Serrana. Estou muito emocionada e agradecida”, disse Gleide antes de se juntar à plateia para acompanhar o show.
Identidade, reconhecimento e futuro
Ao final, a Festa do Migrante deixou mais que lembranças festivas. Deixou a certeza de que Nova Serrana segue consolidando sua identidade plural, construída pelo suor de migrantes que enfrentaram adversidades para recomeçar.
Além disso, ao mesmo tempo, trouxe a esperança concreta de dias melhores com o anúncio da aquisição do Hospital Santa Mônica, um sonho que parecia distante e agora se aproxima da realidade.
Portanto, o evento se transformou em um marco cultural e político, ao unir música, emoção, celebração popular e compromissos administrativos de grande impacto. Gleide Andrade resumiu o espírito da noite em uma frase. “Privilegiar a Festa do Migrante é privilegiar a cultura e a história do Brasil”.







O editor desse jornal tem alguma paixão por essa mulher do PT ou recebe grana para falar dela. Inacreditável. Toda semana ele posta alguma coisa sobre ela.