Após a denúncia publicada pelo Divinews sobre a inexistência legal da atual diretoria do SINTRAM perante o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o suposto presidente da entidade, Marco Aurélio Gomes, tentou minimizar o escândalo. Em resposta evasiva e sem comprovação documental, ele afirmou que a nova diretoria é legítima e que “tudo está regularizado”. Contudo, o que existe nos registros oficiais do governo federal diz exatamente o contrário.
A verdade é clara: a última diretoria registrada e legalmente reconhecida pelo Ministério do Trabalho é a que tem como presidente Luciana Aparecida dos Santos, com mandato iniciado em 02/01/2019. Marco Aurélio e Darly Salvador, apesar de se autodeclararem presidente e vice, não constam em nenhum lugar nos registros oficiais do MTE, o que os torna inelegíveis para representar legalmente o sindicato em qualquer esfera — seja administrativa, jurídica ou sindical.
Abaixo, segue a chapa completa da diretoria anterior que ainda é considerada vigente pelo sistema do MTE, conforme documento oficial:
Presidente:
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Luciana Aparecida dos Santos
Tesoureiro:
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Vantuil Aparecido Alves
Diretores:
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Antônio Leonardo Rosa
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Célia Maria Batista
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Geise de Fátima Silva
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Márcio Aparecido David
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Rafaela Santos Silva
Membros do Conselho Fiscal:
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Alexsandro Alves Vasconcelos
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Érico de Bessa Ribeiro
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Evando Cézar dos Santos
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Helder Francisco Fernandes
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Lucilândia Monteiro Alves de Lima
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Maria Aparecida de Sousa
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Marineusa Alves Martins
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Reginaldo Conceição Rosa Rezende
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Rômulo Rezende de Miranda
Secretário-Geral:
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Paulo Sérgio Machado
Suplentes de Diretoria:
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Beatriz Santos Ribeiro
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Edneia Dias de Melo Rocha
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Fernando Genésio da Silva
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Maria Aparecida Nogueira da Cunha
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Paulo César de Azevedo
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Rejane Barcelos Costa de Mendonça
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Valdeci Lopes dos Reis
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Wellington da Silva de Oliveira (Vice-presidente)
Ou seja, todo o núcleo da diretoria atual que se apresenta publicamente como a nova gestão do SINTRAM simplesmente não possui amparo legal nem reconhecimento institucional para agir em nome dos servidores públicos municipais.
A insistência de Marco Aurélio em se apresentar como presidente legítimo diante de provas documentais em sentido oposto levanta ainda mais suspeitas sobre as reais intenções por trás da tentativa de se manter no poder sem a devida regularização. A situação é tão grave que qualquer acordo, negociação salarial ou ação jurídica conduzida pela atual gestão pode ser anulada judicialmente, colocando em risco direitos e avanços conquistados pela categoria.
Resta saber: por que, após mais de um ano à frente do sindicato, Marco Aurélio Gomes ainda não regularizou sua diretoria no Ministério do Trabalho? E por que insiste em sustentar uma versão que não se confirma nos documentos oficiais?
Enquanto a verdade é empurrada com desculpas mal ensaiadas, a categoria segue exposta, sem representação legal válida, e o sindicato, vulnerável a ações judiciais que podem custar caro aos trabalhadores.
* Marco Aurélio, que sempre figurou nas anotações do Divinews como uma espécie de informante recorrente contra a Prefeitura de Divinópolis e outros seus desafetos, agora ocupa o posto de suposto presidente do SINTRAM – Uma instituição que, por sua natureza, exige seriedade, responsabilidade e postura ética na defesa dos servidores públicos municipais.
O cadastro está ativo, mas como se ainda fosse a antiga diretoria, com Luciana Santos como presidente









Pode estar ativo.
Mas o MTE está dando prazo p reguralizar o cadastro.
Se não fizeram o SINTRAM pode perder sya cart sindical