Marco Aurélio Gomes, presidente do SINTRAM (Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Divinópolis e Centro-Oeste de Minas), é protagonista de uma história que desafia a lógica da representatividade sindical. Por anos, ele se relacionou com o Divinews não como liderança, mas como fonte informal — ou, no linguajar popular, como um alcaguete contumaz.
Desde os tempos do ex-prefeito Vladimir Azevedo, Marco relatava todas as irregularidades reais ou supostas, que chegavam ao seu conhecimento. Muitas delas, após apuração jornalística, não se confirmavam. Algumas se tratavam apenas de ilações. Tamanha era sua frequência de denúncias que foi salvo na agenda de telefone do Divinews como “Denúncia Prefeitura”.
Por isso, foi com surpresa que o diretor do portal recebeu a notícia de sua eleição à presidência do SINTRAM. A incredulidade foi imediata: como um denunciador compulsivo, sem maturidade institucional, conseguiu ascender ao comando de uma entidade que representa milhares de servidores?
Após assumir, Marco manteve sua prática de vazar informações internas da prefeitura — desta vez com o peso simbólico de sua nova posição. Diversas matérias que apontavam erros na gestão Gleidson Azevedo tiveram como origem relatos repassados diretamente por ele. O mais grave, contudo, foi seu pedido ao Divinews de um gravador emprestado para registrar, clandestinamente, conversas com o prefeito no gabinete. Um comportamento mais próximo do amadorismo de um espião de quinta categoria do que de um sindicalista comprometido com o diálogo institucional.
Apesar de seu comportamento já levantar questionamentos éticos, agora surge o dado mais explosivo: Marco Aurélio sequer possui legitimidade formal como presidente do SINTRAM. Conforme documento oficial do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a única diretoria registrada na pasta ainda é a que tem Luciana Aparecida dos Santos como presidente — empossada desde 2019. A atual chapa liderada por Marco nunca foi regularizada junto ao MTE.
Esse vácuo legal coloca em xeque todos os atos praticados sob sua gestão: acordos salariais, convênios e até manifestações públicas podem ser considerados nulos de pleno direito, caso alguma autoridade ou entidade questione judicialmente sua validade. O sindicato está, formalmente, acéfalo. E isso, por si só, configura uma grave ameaça à segurança jurídica das relações entre o SINTRAM e o funcionalismo público.
Diante da ausência de registro da chapa, paira uma dúvida inevitável: como alguém que se apresenta como “homem sério” permite tamanho descuido legal e administrativo? O perfil de Marco Aurélio, marcado por denúncias impulsivas, ausência de compostura institucional e agora uma diretoria sem amparo legal, traça um retrato preocupante da condução atual do sindicato.
O inexperiente líder sindical, usou o Portal do Sintram para fazer acusações levianas, como sempre fez, contra o Divinews. Disse que o Portal cometeu Fake News, e que a atual diretoria está legalizada. Mas não apresentou um único documento comprovando. Falou sobre troca de e-mail com o MTE, como se isso lhe desse legitimidade. Cometeu outra fraude ao exibir um documento pela metade.
O Ministério Público do Trabalho, a prefeitura e os próprios servidores podem, e talvez devam, agir seja para exigir a regularização imediata da diretoria ou para convocar uma nova eleição, com ampla transparência.
( MEIO DOCUMENTO EXIBIDO NA MATÉRIA DO SINTRAM )
( DOCUMENTO INTEIRO, NÃO EXIBIDO PELO SINTRAM )








