A tensão no Oriente Médio escancarou a irresponsabilidade, ou ousadia, de políticos brasileiros que embarcaram rumo a Israel com o país já em guerra aberta com o Hamas, e com belicismo com outros diversos paises da região, entre eles o próprio Irã, em plena escalada de ataques.
A viagem, bancada pelo governo israelense por meio da MASHAV (Agência de Cooperação Internacional de Israel), que em uma análise equivocada sobre o conflito, também irresponsavelmente levou mais de 20 autoridades municipais ao país em guerra.
Incluindo a vice-prefeita de Divinópolis, Janete Aparecida, que já se pronunciou anteriormente e o Divinews divulgou, e o prefeito de Belo Horizonte, Alvaro Damião, que chegaram a se refugiar em bunkers.
Dentro de um bunker: o relato dramático de Alvaro Damião
Em vídeo gravado de dentro de um abrigo subterrâneo em Israel, o prefeito da capital mineira revelou que acordado às 2h55 ao som de sirenes.
Segundo o prefeito, ele e outros integrantes da comitiva brasileira, incluindo o secretário de segurança de BH, tiveram 1 minuto e meio para correr ao abrigo.
“Infelizmente, a gente teve aula teórica e prática. Acordamos com o barulho da sirene e o alerta altíssimo no celular. Corremos pro bunker, foi muito tenso”, declarou.
Segundo ele, o espaço aéreo de Israel encontra-se bloqueado e a comitiva aguarda liberação para retornar ao Brasil.
Janete Aparecida: segundo tour internacional e mais diárias públicas
A vice-prefeita de Divinópolis, Janete Aparecida, também integra o grupo. O Divinews já havia publicado anteriormente matéria denunciando o pagamento de 14 diárias com recursos do município, mesmo com todas as despesas incluindo passagem e hospedagem custeadas por Israel.
Viagem de políticos a Israel, em meio a conflitos, levanta suspeitas sobre uso da máquina pública com fins políticos e poucos benefícios.
Politicagem, vaidade ou estratégia diplomática?
A grande questão é, qual a real motivação por trás da ida dessas autoridades a um território instável, sabendo-se que estão longe de cargos diplomáticos?
Embora o evento, chamado “MuniTour 2025”, prometa capacitação sobre segurança pública e desenvolvimento municipal, muitos enxergam na viagem um palanque para autopromoção internacional.
Além disso, inclusive com projeções eleitorais futuras como no caso de Janete, apontada como possível candidata à sucessão de Gleidson Azevedo (Novo).
Além disso, a participação brasileira coincide com um momento de extrema hostilidade no cenário geopolítico de Israel.
A decisão de estar presente em tal cenário levanta questionamentos sobre responsabilidade pública e prioridades administrativas.
Um alerta em forma de sirene
Sirenes em Israel acordaram políticos mineiros e acenderam alerta no Brasil sobre o uso da máquina pública em viagens oficiais com riscos internacionais elevados.
Por vaidade ou ambição política, autoridades expuseram vidas em zona de conflito, com justificativas frágeis e benefícios indefinidos para as cidades que representam.







E AÍ
VAI FAZER DANCINHAS NAS RUAS DE ISRAEL NÃO???
VAI DEVOLVER AS DIÁRIAS???
GRAVA PRÁ FAZER CANAPNHA ANO QUE VEM