A paralisação dos motoristas do transporte coletivo em Divinópolis, deflagrada na madrugada desta segunda-feira (10), deixou a Prefeitura em estado de surpresa. Em nota oficial, a administração municipal declarou que não esperava a greve, uma vez que, na última sexta-feira (07/03), um acordo havia sido firmado entre a Prefeitura e a Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Divinópolis (Sinttrodiv).
Entretanto, o que a nota da Prefeitura não menciona de forma explícita, mas que se torna evidente diante dos fatos, é que o presidente do sindicato se precipitou ao formalizar um compromisso sem que a categoria tivesse sido ouvida. O anúncio do fim da greve foi feito sem a devida consulta aos trabalhadores, o que resultou na rejeição da proposta pelos motoristas e na manutenção da paralisação.
Greve contraria acordo e paralisa cidade
O posicionamento oficial da Prefeitura destaca o impacto da paralisação no cotidiano da população e reforça que a decisão da categoria contraria o acordo firmado, causando transtornos a milhares de trabalhadores, estudantes e usuários do transporte público.
“A Prefeitura de Divinópolis, por meio da Settrans, informa que foi surpreendida, às 4h desta segunda-feira, pelo início da paralisação do transporte coletivo.”
Ainda segundo a nota, durante a reunião realizada na sexta-feira no gabinete do prefeito, a diretoria do sindicato dos motoristas teria garantido que a greve não aconteceria e que antes de qualquer decisão, haveria uma nova assembleia para apresentar a proposta ao conjunto dos trabalhadores.
O detalhe importante é que o próprio presidente do sindicato gravou um vídeo ao lado do prefeito, confirmando publicamente que a greve havia sido encerrada, antes mesmo da consulta oficial à categoria.
O erro estratégico do sindicato
A situação expõe um erro estratégico por parte da liderança sindical, que assinou um compromisso sem garantir a adesão da base trabalhadora. O fato de a greve ter sido mantida demonstra que os motoristas não concordaram com os termos do acordo anunciado e que a decisão do sindicato de validar o encerramento da paralisação foi feita de forma prematura.
O episódio levanta ainda um questionamento relevante: houve pressão externa para que o sindicato aceitasse rapidamente os termos do consórcio e da Prefeitura? A postura do presidente do Sinttrodiv, ao anunciar a suspensão da greve sem o respaldo da categoria, pode indicar que houve um movimento para tentar evitar a paralisação a qualquer custo, mas sem efetivamente resolver as insatisfações dos trabalhadores.
Desdobramentos e expectativa para a negociação
Diante da realidade dos fatos, resta agora aguardar os próximos passos da negociação. A categoria se mantém firme na greve, e a Prefeitura, por mais que se mostre surpresa, terá que intermediar uma nova rodada de conversas para evitar que a situação se prolongue por tempo indeterminado.
O Divinews segue acompanhando a evolução do caso e trará novas atualizações sobre os impactos da paralisação e os possíveis desdobramentos na relação entre Prefeitura, sindicato e motoristas.







Nada contra….mas os incomodados que se retirem! A empresa oferece um salário, aceita quem quer. Se não atende, pede para sair, parem de ficar prejudicando os outros! Deve ter pessoas que gostariam de estar no lugar desses motoristas….contratem quem quer trabalhar nas condições oferecidas! Vivemos numa democracia e no capitalismo….ninguém é obrigado a ficar num emprego que não paga o que ele acha que é o justo para ele, e a empresa oferece o que pode. Fica quem quiser! E ” VIVA LA DEMOCRACIA!” e parem de “infernizar” a vida dos outros que dependem de transporte, quiça não podem ser despedidos por terem chegado atrasados/ou até não foram ao trabalho hoje! afff………………….
Nada contra….mas os incomodados que se retirem! A empresa oferece um salário, aceita quem quer. Se não atende, pede para sair, parem de ficar prejudicando os outros! Deve ter pessoas que gostariam de estar no lugar desses motoristas….contratem quem quer trabalhar nas condições oferecidas! Vivemos numa democracia e no capitalismo….ninguém é obrigado a ficar num emprego que não paga o que ele acha que é o justo para ele, e a empresa oferece o que pode. Fica quem quiser! E ” VIVA LA DEMOCRACIA!” e parem de “infernizar” a vida dos outros que dependem de transporte, quiça não podem ser despedidos por terem chegado atrasados/ou até não foram ao trabalho hoje!