Prefeitura e vereadores se unem para questionar judicialmente legalidade da greve do transporte coletivo em Divinópolis

Publicado por: Redação

A Prefeitura de Divinópolis, juntamente com vereadores, a Controladoria e a Procuradoria do município, debateu nesta segunda-feira (11) a legalidade da greve dos motoristas do transporte coletivo. O entendimento entre os presentes foi de que a paralisação, que atinge 100% da frota de ônibus, é ilegal devido ao descumprimento de prazos e obrigações previstos em lei.

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Motivos apontados para a ilegalidade da greve

A administração municipal argumenta que, conforme determina a legislação trabalhista, os trabalhadores deveriam ter comunicado formalmente a greve com 72 horas de antecedência. Embora tenha havido um primeiro aviso dentro desse prazo, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Divinópolis (Sinttrodiv) e outros membros da diretoria anunciaram na sexta-feira (8) que a paralisação não ocorreria mais. Dessa forma, a Prefeitura afirma que um novo comunicado formal deveria ter sido emitido, respeitando novamente o prazo legal, o que não foi feito.

Além disso, a Prefeitura ressalta que o transporte público é um serviço essencial, e a paralisação total fere a exigência legal de manter pelo menos 30% da frota em funcionamento, o que não ocorreu na cidade.

Ações na Justiça

A administração municipal informou que o jurídico do Consórcio TransOeste já entrou com uma ação na Justiça do Trabalho, solicitando que a greve seja declarada ilegal e que os motoristas sejam obrigados a retomar suas atividades normalmente.

Além disso, a Prefeitura está realizando a notificação do consórcio para documentar todas as linhas que não operaram nesta segunda-feira. O objetivo é aplicar as sanções previstas no contrato de concessão, incluindo multas.

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Possível transporte alternativo

Diante da paralisação total, a Prefeitura estuda a viabilidade de adotar medidas emergenciais para mitigar os impactos da greve, incluindo a possibilidade de um decreto ou projeto de lei para regulamentar o transporte alternativo na cidade.

 

 

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comentários

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  1. José Antônio Gomes anão disse:

    A palhaçada continua divinopolis é uma cidade sem lei nem roke uma vergonha nacional onde está o povo ?

  2. Eliane disse:

    Acho justo, se pudesse levava até café pra eles, trabalho difícil de mIs

  3. Eliane disse:

    Super apoio os motoristas fazerem greve, mesmo tendo que pagar Uber hoje para trabalhar.

    Merecem sim serem mais valorizados e lembrados como seres humanos e não robôs. Não é preciso um olhar tão atento para perceber o que precisam enfrentar no dia a dia: estresse de trânsito, passageiros mal educados, risco de vida, precisam trabalhar como motorista e trocador.

    E passou de hora de colocar transporte alternativo em Divinópolis. Que isso se torne real.

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