Na véspera do dia das mães, sábado (11), Rita de Cassia Simões, de 57 anos, ao visitar as sepulturas de suas filhas e sobrinho ao mesmo tempo que ficou desolada, ficou também revoltada e se sentindo completamente desamparada pelo poder público, ao encontrar o Cemitério Parque do Divino Espirito Santo, conhecido como Parque da Colina, em completa situação deplorável. Ressaltou que paga a taxa de utilização do cemitério em dia e lamentou que o descaso, do que seria um “campo santo”.
Rita explicou ao Divinews, que foi ela quem deu a luz aos primeiros bebês quadrigêmeos, no dia 31 de março de 2000, em Divinópolis. Sendo que, dois deles, ficarem internados no, recém inaugurado na época, CTI neonatal do Complexo de Saúde de São João de Deus (CSSJD). Após complicações morreram, Isabel faleceu com dois dias e Gisele aos dois anos. Os outros dois meninos estão vivos.
Em vídeo enviado por ela, é possível notar o sentimento de revolta e angústia declarado pela mãe, que denomina a situação como um “presente enviado pela prefeitura, em especial para o dia das mães”. Ao encontrar os túmulos de suas duas filhas e de seu sobrinho, Luiz Henrique Simões, em estado de profanação, ela levanta questionamentos a respeito das taxas municipais cobradas para manutenção e funcionamento do serviço de funerária da cidade. Que no ano de 2023 foi de 135,83.
Durante 24 anos manteve em dia os impostos de conservação do cemitério, um valor cobrado anualmente. Porém, ao visualizar inúmeras placas quebradas e jogadas por todo o local, se vê sem suporte público. Por isso, resolveu contestar a o poder público, que é quem gerencia o cemitério.
“É um total desrespeito à minha família e as minhas filhas. Onde está a placa e o túmulo delas? […] Eles abriram e sumiram com eles”, questiona a mãe.
Por frequentar todo mês os túmulos de seus entes queridos, Rita Simões tem total consciência de como está a situação. Entretanto, existem inúmeras pessoas que ainda não estão a par da lamentável do cemitério municipal, em que as sepulturas de seus familiares se encontram destruídas.
Em um apelo emocionado, ela e a população esperam uma resposta da administração para solucionar o descaso e respeitar o espaço que deve ser preservado em respeito aos seus ente queridos no momento de luto.







PODE CONTAR COMIGO PRA ENTRAR NA JUSTIÇA PORQUE EM DEZEMBRO E TODOS OS TUMULOS ESTAVAM EM CALAMIDADE PUBLICA, NÃO FOI PRA ISSO QUE ENTREGAMOS NOSSOS ENTES QUERIDOS,PRECISAMOS DE AJUDA DO MINISTERIO PUBLICO,MEU PAI TAMBÉM ESTÁ ENTERRADO NESSA AREA QUE ELES FECHARAM PRA ARRUMAR E NAO ARRUMOU NADA.OS POLITICOS PENSAM QUE PODEM ENROLAR O POVO MAS AS ELEIÇÕES ESTÁ CHEGANDO E ISSO NÃO VAI FICAR ASSIM.