ESF Icaraí em Divinópolis, que criança morreu engasgada com bala marshmallow, não tinha médico na hora dos primeiros socorros

Publicado por: Redação

Após a Nota de Pesar emitido pela Prefeitura de Divinópolis, narrando que uma criança de 2 anos morreu nesta quarta-feira (14) no posto de Saúde do Bairro Icaraí – O Divinews recebeu a informação que o posto de saúde está sem médico fixo pois o que atendia no local foi rescindido seu contrato,  por motivo de suspeita de importunação sexual ocorrido em Nova Serrana.

De acordo com a Nota da Prefeitura, a criança chegou na unidade as 16h20min, posteriormente o Divinews recebeu a informação de que ela estava engasgada com uma bala de marshmallow.

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Também, segundo a Nota, o SAMU chegou ao local às 16h33min, ou seja, em apena 13 minutos após ter sido chamado, e a criança foi a óbito às 17h45min.

Segue a Nota, informando que “as manobras de ressuscitação ultrapassaram uma hora de esforço”. Contudo, se as manobras começaram tão logo a criança chegou à unidade, terá sido 1h25min de manobras. Se foi a partir da chegada do SAMU foi de 1h12min.

Ao Divinews foi relatado por fonte, que o médico que atendia no posto, e existe Boletim de Ocorrência amparando a informação, está sendo investigado por suspeita de dopar paciente e cometer abuso sexual, isso teria ocorrido em Nova Serrana. E que a Polícia Civil daquele município chegou a vir em Divinópolis por que, há algum tempo, teria ocorrido um fato semelhante em Divinópolis. Após a polícia ter comparecido no ESF, é que o contrato dele foi rescindido. Diz a fonte, que a unidade não estava totalmente sem médico, “estavam fazendo operação tapa-buraco”, vários médicos se revessam no atendimento aos pacientes do posto.

“Ele trabalhava na upa de nova serrana e na upa de Divinópolis”, diz a fonte, referindo-se ao médico.

“A polícia civil de nova serrana ficou abismada por ele com tantas denuncias de assédio ainda estar trabalhando”

“Mandaram embora dia 31/05 e estavam fazendo operação tapa buraco, tem dias na semana com médico alguns dias não mas sem médicos diferentes”, seguiu informando a fonte.

Porém, é fato consumado que no momento que a criança chegou não havia médico, ele foi atendido inicialmente por uma enfermeira e técnicos em enfermagem do posto. Somente com a chegada do SAMU é que um médico da equipe assumiu.

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comentários

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  1. Anônimo disse:

    Há várias pessoas “suspeitas” de importunação sexual trabalhando atualmente na prefeitura, e as vítimas sendo tratadas como mentirosas

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