Centrais Sindicais realizam a 3ª Conferência da Classe Trabalhadora; Valéria Morato diz que momento é de unir forças para garantir direitos


As centrais sindicais CTB, CUT, Força Sindical, UGT, CSB, Nova Central, Conlutas, Intersindical e Pública realizaram, nesta quinta (7), a 3ª Conferência da Classe Trabalhadora (Conclat). Na Conferência, realizada em São Paulo de forma híbrida, foi apresentada a Pauta Unificada da Classe Trabalhadora para as eleições de 2022, documento que apresenta medidas emergenciais e estruturais para garantir empregos, recuperar direitos trabalhistas e previdenciários, fortalecer a representação sindical, além de promover a democracia e a vida.

“Realizar a Conclat mostra a união das centrais sindicais e fortalece a luta da classe trabalhadora”, afirma Valéria Morato, presidenta da CTB Minas e vice-presidente nacional da entidade. “Estamos passando por um dos maiores momentos de ataque aos direitos dos trabalhadores desde a promulgação da Constituição de 88. A unidade do movimento sindical é essencial para que possamos resistir e lutar contra os retrocessos”.

Valéria explica que a Pauta Unificada, apresentada durante a Conferência, é fruto de intensos debates com as bases de cada Central e tem finalidade política: “temos a missão de entregá-la aos candidatos que se propõem a representar o povo mineiro na Assembleia, na Câmara e no Senado, além dos candidatos ao governo”. A Pauta Unificada também será apresentada aos candidatos ao governo federal.

“É preciso unir forças para enfrentar a crise econômica, política e social que assola o país e o nosso estado. A falta de emprego e o custo de vida cada vez mais alto penalizam o povo e ampliam o abismo social”. Para a dirigente, é preciso comprometimento dos candidatos em Minas Gerais: “é preciso fortalecer as políticas públicas, recuperar nossas empresas, gerar emprego e renda, de forma a garantir aos trabalhadores e a toda a população mineira uma vida mais digna”.

2 comentários em “Centrais Sindicais realizam a 3ª Conferência da Classe Trabalhadora; Valéria Morato diz que momento é de unir forças para garantir direitos

  • 8 de abril de 2022 em 09:17
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    Estes sindicalistas com seus sindicatos são tudo um bando de sem vergonha, onde já se viu os professores estaduais por exemplo ficaram quase dois anos sem trabalhar e ganhando seu salário integralmente, agora que as aulas voltaram entram em greve! Aprendam com o colégio Tiradentes que mesmo na pandemia trabalharam com afinco e não pensam em greve pois se preocupam com os alunos da instituição, parabéns as professoras deste colégio!

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  • 8 de abril de 2022 em 09:00
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    Todas vez que precisei de sindicato , não me ajudaram em nada. tem que acabar essas máfias

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Comentários

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