VLI investe em tecnologia e telemedicina para combater o coronavírus


A VLI, companhia de soluções logísticas que opera terminais, ferrovias e portos, está  investindo em ações para conter o avanço do coronavírus no Brasil e oferecer  serviços essenciais para o escoamento de bens pelo País e para o exterior. A empresa disponibiliza, a partir desta terça-feira (7), mais uma ferramenta de tecnologia de ponta para o enfrentamento da pandemia. Trata-se de uma plataforma virtual de telemedicina que pode ser acessada remotamente por todos os aproximadamente 7.500 funcionários da companhia e que está apta a auxiliar no diagnóstico de diversas doenças, entre elas a Covid-19.

Por meio deste recurso de inteligência artificial identificado pelo Inova VLI, programa de inovação da companhia, e desenvolvido pela startup Conexa Saúde; o empregado é avaliado, à distância, com segurança e precisão, por um médico do Departamento de Saúde da VLI, a qualquer hora do dia ou da noite. A avaliação é feita com a ajuda de um aplicativo e por meio de mensagens de texto e/ou de áudio, ou chamadas de vídeo de alta qualidade, que podem ser feitas por um telefone celular, por exemplo. Caso haja necessidade, um especialista da Conexa Saúde também poderá ser acionado remotamente, permitindo que o empregado seja avaliado por profissionais de diversas áreas, como clínica geral, cardiologia, neurologia, ortopedia, endocrinologia, dermatologia, oftalmologia e psiquiatria.

Para acessar a plataforma é necessário que o empregado baixe o aplicativo Conexa Saúde no smartphone e realize o cadastro no sistema. Automaticamente, esse cadastro é validado com a base de dados da VLI e, após a checagem, o acesso ao serviço é liberado. O app está disponível para sistemas operacionais iOS e Android.

Tecnologia de ponta auxilia monitoramento de temperatura nas operações

O monitoramento da temperatura corpórea dos empregados da VLI é feito com a ajuda de pirômetros – sensores infravermelhos de alta precisão – e câmeras termográficas capazes de desempenhar esta função em maior escala. Três câmeras termográficas estão sendo instaladas nos acessos principais ao Terminal Integrador Portuário Luiz Antônio Mesquita (TIPLAM), na Baixada Santista, na Oficina de Paulínia, no interior de São Paulo, e na Oficina de Divinópolis, no interior de Minas Gerais. Juntas essas unidades recebem mais de 1.500 empregados diariamente. Com apoio de inteligência artificial, por meio da utilização de algoritmos, as câmeras são capazes de verificar a variação de temperatura, até 3 metros de distância entre o aparelho e o indivíduo, por meio da mensuração do calor emitido pelo canal lacrimal, situado próximo dos olhos. Para auxiliar nas verificações, as câmeras podem ser conectadas, via Wi-Fi, a monitores, facilitando a leitura e a interpretação dos dados.

A companhia adquiriu 90 pirômetros digitais para aferir a temperatura dos empregados e parceiros em outras operações. Caso seja notada qualquer alteração na temperatura, o empregado voltará para casa e receberá assistência médica por uma equipe da companhia.

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