Zema ignora expressiva votação que obteve em Divinópolis e Região e nega liberação do Hospital Público Regional para combate ao coronavírus


O Governador Romeu Zema, além de ter confiscado milhões de reais dos municípios mineiros logo no início de sua gestão, e não ter ainda devolvido tais recursos aos combalidos cofres das cidades afetadas, ao negar a autorização da abertura do Hospital Público Regional, localizado em Divinópolis, que atenderia uma população de cerca de 1,4 milhões da região, no combate ao COVID-19, esqueceu também da expressiva votação que não apenas em Divinópolis, mas em toda região que o elegeu Governador de Minas, superando ícones da política brasileira.

O fato é que, agora de forma oficial, O Governo através do seu secretário de saúde, disse ser precoce liberar o  Hospital Público Regional pretendido por prefeitos para combater o coronavírus, descartando de vez a  possibilidade de usar parte do Hospital Público Regional Divino Espírito Santo durante o enfrentamento da doença.

Na última semana, e também nesta, exatamente nesta última terça-feira (24), quando os prefeitos de Carmo do Cajuru, Edson Vilela, e José Rodrigues (Zezinho), prefeito de Claudio e presidente da AMVI (Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Itapecerica), representando os 13 prefeitos da região incluindo o prefeito de Divinópolis Galileu Machado (MDB), entre outras lideranças políticas clamaram que o governador Romeu Zema (Novo), abrisse parcialmente o hospital para atender pessoas infectadas pelo COVID-19.

Os prefeitos pediram também a liberação dos R$ 20 milhões, que já estão na conta do Estado para aquisição de equipamentos, e abertura de 100 leitos de enfermaria, referente à emenda do deputado federal Domingos Sávio (PSDB).

Durante uma coletiva de imprensa realizada nesta quarta (25), o secretário de estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral informou que o Hospital Regional havia sido classificado como obra inacabada, e não está no planejamento emergencial do Executivo Estadual. O Hospital já está 80% concluída, e caso a proposta fosse aceita, Minas Gerais contaria com mais 30 leitos de UTI, além dos 100 leitos de enfermagem.

O secretário classificou ainda como precoce a abertura parcial do Hospital Público.

“Nesse momento parece ser muito precoce pensarmos em retornar essas obras [inacabadas] para transforma-los em hospitais de campanha. O que estamos avaliando, caso haja necessidade de abertura de leitos, de estruturas que já estão prontas. Temos um prazo curto que para concluir uma obra grande como essa com certeza não é o caminho neste momento. Precisamos de leitos que entram em operação o mais rápido possível”, explicou.

Os dois prefeitos, Edson Vilela e José Rodrigues, ainda na expectativa que seus pedidos pudessem ser atendidos chegaram a gravar um vídeo, que não sensibilizou em nada o Governador e tão pouco seu Secretário de saúde, que sequer conhece Divinópolis e muito pouco a Região.

 

 

 

Um comentário em “Zema ignora expressiva votação que obteve em Divinópolis e Região e nega liberação do Hospital Público Regional para combate ao coronavírus

  • 26 de março de 2020 em 10:33
    Permalink

    O tempo está curto , estão enrolando há anos com esse hospital…

    Resposta

Comentários

O seu endereço de e-mail não será publicado.

  +  61  =  71