ARTIGO: A volta dos Cassinos no Brasil


Como solução para a crise econômica e também para criar um legado positivo em relação ao turismo, o presidente Jair Bolsonaro vê com bons olhos e luta para regulamentar a liberação de cassinos no Brasil, o quanto antes.

A posição de liberar os cassinos no Brasil, também é entoada pelo Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que esclareceu como ocorreria essa liberação:

“É preciso deixar claro que o que buscamos é a implementação de resorts integrados. É o que realmente interessa ao turismo. Não estamos queremos legalizar atividades como bingo ou caça-níqueis”, declarou o ministro em entrevista ao BR Politico.

Muitas pessoas não se lembram, ou se quer eram nascidas, mas a algum tempo o Brasil possuía cassinos luxuosos e verdadeiras casas de recreação com jogos de azar, onde as classes mais abastadas tinham uma vasta variedade de jogos e apostas a sua disposição.

No entanto, no ano de 1946, o presidente Eurico Gaspar Dutra, proibiu os jogos de azar em todo o território nacional. Ideia que foi induzida pela primeira-dama da época, Carmela Dutra, devido a sua devoção a igreja católica, que classifica os cassinos como antros de perdições e fábrica de vícios, isso influenciou diretamente no decreto presidencial.

Como desde então, mesmo o país sendo um estado laico, a bancada religiosa só fez crescer na política nacional, lutar para a liberação dos cassinos no Brasil seria como ir contra os dogmas religiosos que indiretamente regem o ambiente político.

Em contrapartida, a proibição dos jogos no Brasil não só acabou com milhares de postos de empregos diretos e indiretos. O decreto ainda limitou o atrativo turístico e fez com que os poucos turistas tivessem uma opção a menos para gastar o seu capital em território nacional.

Por mais que o Brasil seja reconhecido por suas belezas tropicais, povo acolhedor e uma culinária riquíssima, o turismo internacional ainda é uma vergonha pouco discutida. O país não passa perto dos territórios mais visitados da América Latina, ele fica atrás de nomes como México e Argentina.

No ano de 2018, a nação fechou o ano com pouco mais de 6 milhões de turistas estrangeiros, um número irrisório, quantidade de visitantes inferior ao apresentado em países em conflitos, como o Irã, que, no mesmo período, contou com mais de 7 milhões de visitantes estrangeiros.

Se comparados a potências mundiais em turismo, como a França, o número fica ainda mais vexatório. Sendo que o número de visitantes estrangeiros não chega próximo aos que visitaram o Museu do Louvre, apenas uma das atrações disponíveis para os turistas da capital, Paris.

Além do atrativo em relação ao turismo, após a liberação dos cassinos, uma série de investimentos estrangeiros serão feitos no Brasil. Empresas mundiais, como a gigante Betsson, já demonstraram interesse em abrir uma sede dos seus luxuosos cassinos por aqui e aguarda apenas a liberação legal para começar os seus investimentos.

A empresa sueca conta com uma extensa variedade de jogos e usufrui de uma confiabilidade de mercado, alcançada após anos de atuações nos mais diversos pontos turísticos ao redor do mundo. Ainda existem fatores relacionados a experiência dos usuários em seus estabelecimentos, eles são explicados aqui mais detalhadamente, onde é possível conferir uma avaliação completa do cassino, como por exemplo sua reputação, confiabilidade, jogabilidade, entre outros.

Com esse investimento de empresas de cassinos estrangeiras, novos postos de empregos serão criados, mais turistas estrangeiros serão, para aquecer a economia, partindo desde quem trabalha no ramo de segurança patrimonial, construção civil, até mesmo para o comércio no entorno dos empreendimentos.

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