SINVESD, com apoio do SEBRAE e FIEMG, lança “Marca Coletiva do Vestuário” do polo da Moda de Divinópolis


O evento de lançamento oficial da “Marca Coletiva”, aconteceu nesta última sexta-feira (26) no auditório do Centro Empresarial do SICOOB DIVICRED, com a presença do Presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), o empresário Flávio Roscoe, além do presidente do Sindicato do Vestuário de Divinópolis (SINVESD), Marcelo Ribeiro, e o Presidente Regional da FIEMG Regional, Paulo César (Paulinho) mais o Gerente Regional do SEBRAE, Denis Magela.

De acordo com Flávio Roscoe, em entrevista para o Divinews. A FIEMG participou ativamente do projeto, com apoio institucional e financeiro. Ele acredita que a marca coletiva vai reforçar a  visibilidade a Divinópolis como polo de moda, e fomentar sua economia.

O presidente da FIEMG, instado pelo Divinews,  falou um pouco sobre economia, dizendo que o Brasil passa por um momento econômico muito difícil, e Minas não é diferente, mas que apesar de toda dificuldade alguns investimentos estão acontecendo no Estado, que ele avalia ser em consequência da postura do Governo Zema e também em função da própria atividade empresarial que está defendendo um melhor ambiente de negócio.

Roscoe acredita que a tendência da economia é melhorar, e que acontecerão investimentos significativos em Minas, porém é preciso, segundo ele, apoiar as reformas estruturantes, como a da Previdência e a Tributária entre outras que possam facilitar o ambiente de negócio, e propiciar emprego e renda para a população..

Paulo César, o presidente Regional da Fiemg, entende que a Marca Coletiva será um divisor de águas para a cadeia produtiva da confecção em Divinópolis. “Antes e depois da Marca Coletiva”. No Brasil, a cidade será a pioneira na criação de tal marca, e está muito otimista quanto ao sucesso do projeto.

O presidente do Sinvesd, Marcelo Ribeiro, explicou que a “Marca Coletiva”, é um projeto que começou há dois anos, dizendo também que será um divisor de águas no setor confeccionista, pois vai identificar quais são as empresas que realmente criam e fazem moda, das que apenas trocam etiquetas de roupas que são adquiridas em outros locais e as revendem.

A partir de agosto começa o processo de auditoria em algumas empresas que já se inscreveram para participar do projeto de aquisição do selo, da “Marca Coletiva”, que segundo Marcelo Ribeiro, ele não é dado, é conquistado pelas empresas após cumprirem uma série de exigências.

Denis Magela, analista do  Sebrae Minas, avalia que o selo será um marco para a diferenciação de Divinópolis, como polo da moda. Pois será um produto com qualidade, fazendo com que o cliente reconheça o valor agregado na Marca Coletiva.

Renata Lamounier, empresária proprietária da Movie Sports, fabricante de roupas com proteção solar, diz que o “Marca Coletivo” é importante para o fortalecimento do setor, e tem a expectativa de que a classe caminhe unida, para que os empresários prosperem também juntos.

Alex, também empresário, da marca Equilíbrio Constant, diz que a “Marca Coletiva” é importante para o setor, por que vai diferenciar a empresa que investe em moda, criando designs próprios com criatividade, da empresa que apenas copia moda, que compram roupas em outros locais para serem vendidas na cidade. Ele explicou ainda que a proposta da empresa dele é fazer moda, de fato, seguindo a tendência, sem esperar o que outros polos vão fazer. Tanto é que sua empresa, embora ainda esteja nas vitrines das lojas as roupas de inverno, ele já está trabalhando não a coleção do verão 2020, que segundo ele, já está pronta. Mas sim o inverno já do ano que vem.

O ponto alto do evento foi a palestra do italiano Enrico Cietta, que é consultor do Sebrae, e abordou o processo criativo e industrial da moda. Após sua apresentação foi servido um coquetel aos participantes.

 

 

 

 

 

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