Prefeitura de Divinópolis além dos R$ 600 mil que paga de parcelamentos com o Diviprev, pleiteia um novo

Publicado por: Redação

Na prestação de contas do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Divinópolis (DIVIPREV) realizada na última quarta-feira (20), em Audiência Pública, o superintendente interino Agnaldo Henrique Laje, que assumiu o cargo em substituição a titular Rejane Alves afastada em consequência de uma investigação envolvendo a contratação de assessoria jurídica, afirmou que estão passando por um momento difícil em razão dos documentos terem sido apreendidos, e que por isso ele já peticionou ao Juiz da 2ª Vara Criminal para que o material que foi apreendido seja devolvido, por que as atividades cotidianas estão comprometidas para serem desempenhadas, não entrou no assunto na reunião, e tão pouco quis conceder entrevista

Na prestação de contas, a prefeitura em 2018 pagou o valor de R$ 1,6 milhão referentes a três parcelamentos que existem atualmente, mais o juros de R$ 203 mil reais, chegando quase a R$ 2 milhões – Para a assessoria de imprensa do Diviprev esteve presente, o superintendente interino Agnaldo Henrique afirmou que já chegou um novo pedido de parcelamento feito pelo executivo que se refere aos meses de novembro e dezembro de 2018, e janeiro de 2019. E que tal pedido será analisado pelo Instituto.

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Ainda conforme análise do Sintram, embora a receita do trimestre tenha superado a despesa, o Diviprev continua registrando déficits na execução orçamentária. Novembro e dezembro registraram variação negativa, ao contrário de outubro, que segundo a contadora do Instituto, Aparecida Lúcia Martins Ferreira, foi um mês atípico, tendo possibilitado a variação positiva de R$  7.834.093,17. Já em novembro, houve variação negativa de R$ 1.785.889,38 e, em dezembro, ocorreu o saldo negativo de R$ 2.158.339,54.

A contadora explicou também que essa variação negativa é motivada principalmente pela falta de repasses da Prefeitura, que ao deixar de pagar a contribuição patronal, como tem feito ao longo desse ano, influi diretamente na execução orçamentária, já que entram bem menos recursos do que a previsão do orçamento.

Segundo a prestação de contas, nos últimos três meses de 2018 foram concedidas 38 novas aposentadorias e duas pensões, além de 12 pedidos de licença-maternidade e 191 pedidos de auxílio-doença. Somente no último trimestre do ano passado, o Diviprev pagou 7.732 dias de auxílio-doença em razão do afastamento de servidores do trabalho, a maioria, segundo o Instituto, por motivos psicológicos.

O consultor do Diviprev, Fábio Moêda, informou que o Instituto tem hoje em caixa R$ 385.247.7412,59. Segundo ele, na prática esse saldo deveria estar em torno de R$ 1,2 bilhão, para não configurar a atual dívida atuarial, a chamada dívida técnica. Ele disse que essa situação será sanada em longo prazo com a aprovação do projeto de segregação de massas, que está em tramitação na Câmara.

 

 

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comentários

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  1. anonimo disse:

    vamos ver o que sera feito

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