Alexandra Galvão, presidente da CDL Divinópolis, concorda que distorções do IPTU precisam ser corrigidas


A presidente da Câmara de Dirigentes Lojista de Divinópolis (CDL), Alexandra Galvão, também em entrevista para o Divinews, disse que, após ter solicitado uma série de informações, que segundo ela, foram feitas desde 2017, e não lhe enviaram, para ela estudasse melhor o projeto do Executivo remetido para a Câmara. Mesmo com tal pendência, reconhece que, as distorções de forma pontual precisam ser reajustadas ou corrigidas.

Na mesma reunião do Conselho da Cidade, a secretária de Fazenda, Suzana Xavier, explicou para Alexandra Galvão, que os dados por ela solicitados envolve o sigilo fiscal do contribuinte, que não podem ser divulgados, somado ao fato que a informação abrange 156 mil imóveis. Entretanto, algumas das informações estão disponíveis no site da transparência.

Alexandra Galvão

“Quero destacar o quanto é importante a participação no Conselho por que é um momento que a sociedade discute com o Executivo questões pertinentes a administração pública.

Sobre a questão da planta de valores, é muito importante que tenhamos informações, até mesmo para emitir parecer. Eu disse na reunião do Conselho que protocolei na Câmara Municipal, dia 6 de dezembro de 2017, ou seja, está completando um ano, solicitando mais dados para que realmente eu possa opinar de forma construtiva como é essa questão da planta genérica de valores, com esses reajustes.

Penso que com os dados possamos contribuir de forma responsável com a aprovação ou não desse projeto. Para que possamos dar a nossa opinião precisamos desses dados.

E novamente eu reforço. Falei isso no conselho da cidade. E reforço também para a Câmara Municipal que, como foi enviado esse oficio nos envie o parecer.

Quando foi perguntada pelo Divinews, mesmo apesar das suas justificativas de que era necessário ter mais dados nas mãos para uma melhor análise, se precisava ou não ser aprovada a revisão da planta?

Alexandra respondeu: “Quanto essa questão da aprovação, penso, como já disse, sem um estudo aprofundado, que as distorções devem ser resolvidas pontualmente. Quanto a questão das alíquotas não conheço o projeto que foi encaminhado para a Câmara, quais as alíquotas que serão praticadas. Para esclarecer isso, já agendamos uma nova reunião para a próxima terça-feira, quando vai ampliada essas explicações. E com isso possamos diferenciar, o que é distorção e o que é reajuste. Neste momento é isso o que mais nos preocupa, a busca desse entendimento, da questão da planta genérica.

Se for um reajuste linear, quanto seria esse impacto, qual seria o impacto na economia de Divinópolis? Essa e outras questões, precisamos realmente estudar e buscar o entendimento.

Novamente, instada pelo Divinews, se após sanadas as suas dúvidas, se ela, Alexandra Galvão, entende de que a planta genérica precisa ser aprovada? a presidente da CDL, concluiu: “Distorções, sim. Que seja pontual, onde é preciso ser reajustado, ou corrigido”

Sobre a taxa de lixo, que está inserido dentro do carnet do IPTU, ela finalizou a entrevista dizendo: “É importante a gente falar da questão da taxa de lixo, da coleta do lixo. Que também é um ponto, que pedimos maiores explicações. Como ela está sendo cobrada? Qual é o impacto dessa arrecadação? E o que pode ser diminuído, até mesmo para que seja feito estrategicamente algumas decisões para que seja revertido para a coleta seletiva, que entendemos ser uma grande oportunidade para o município gerar riqueza, trabalho e renda.

 

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