Nomeação de Jaiminho Martins como ministro das Minas e Energia de Bolsonaro pode ter “subido no telhado”


Queiram ou não, as nomeações de dois mineiros, um, Salim Mattar, dono da Localiza, para comandar a Secretaria de Privatizações, e o outro, Marcelo Álvaro Antônio, para o ministério do Turismo, podem ter sido fatais para as pretensões de Jaiminho Martins se tornar Ministro das Minas e Energia, em que pese sua experiência técnica na área. As questões polícias a sobrepõe, dando um grande peso para Minas Gerais, por conseguir emplacar três nomes. Embora o presidente da legenda em Minas, o deputado eleito com uma expressiva votação, o mesmo que foi convidado para assumir a pasta do Turismo, avalize o nome de Jaime, o fato é que, além de Jaiminho existem outros três candidatos declarados, dois explicitamente identificados, Adriano Pires e Paulo Pedrosa,  e um terceiro que está na sombra, que ninguém sabe quem é – E o que pesa favorável a Jaiminho, são suas experiências na área, amizade com Bolsonaro, e uma certa proximidade com o guru econômico Paulo Guedes, e, em tese o apoio do deputado federal mais vota de Minas, alvar Antônio, agora Ministro do Turismo – Já desfavorável a Jaiminho, está pesando,  o fato do partido dele, o PROS ter feito coligação no âmbito federal com Haddad (PT), e já ter sido nomeados dois mineiros.

 

 

ENTENDA:  O gato subiu no telhado…

É impressionante a quantidade de pessoas que não conhecem a expressão “o gato subiu no telhado”. A expressão “subir no telhado” é bastante utilizada para referir-se (de forma irônica) a alguma situação que vai dar merda. Essa frase se origina de uma piada e virou jargão para prenúncio de uma notícia ruim. A piada original:
“Um casal dedicava especial atenção e carinho a um gato de estimação. Quando fizeram uma longa viagem de férias, deixaram o gato sob os cuidados da empregada. Após alguns dias, a madame ligou e perguntou sobre como estava o gato. A empregada, então, respondeu:

— Seu gato morreu!

A madame, nervosa e desesperada, entrou em pânico. O marido, também, chocado, repreendeu a empregada, dizendo-lhe que deveria ter sido mais cuidadosa e sensível ao dar a notícia. Ele a instruiu sobre uma forma mais sutil de transmitir tais acontecimentos:

— Você poderia começar dizendo “o gato subiu no telhado”. Depois diria que ele se desequilibrou. Em seguida, que caiu do telhado e acabou não resistindo à queda. Seria mais sensível.

Semanas depois, estando ainda de férias, a madame ligou novamente para a empregada e perguntou-lhe se tudo estava bem. A empregada, cuidadosamente, respondeu-lhe:

— As coisas estão indo muito bem. Mas sua mãe subiu no telhado…”

 

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