Para não ser depredado, Secretaria de Saúde renova contrato de vigilância do prédio do Hospital Regional de Divinópolis

Publicado por: Redação

A Secretaria Municipal de Saúde manterá o contrato de vigilância do prédio do Hospital Regional por mais quatro meses. Ao final deste período, o serviço deverá ser repassado para o Estado, responsável pela obra. O anúncio foi confirmado pelo secretário Rogério Barbieri durante visita ao local nesta terça-feira (28/11).  A vigência do contrato com a empresa responsável pela vigilância terminaria nesta quarta-feira (29/11).

Rogério Barbieri destacou a preocupação do município com a unidade sem vigilância armada. “Apesar de esta ser uma obra do Estado, não poderíamos simplesmente retirar a vigilância. Aqui foram investidos quase R$ 60 milhões. Sem essa vigilância armada, o prédio poderia ser depredado”, destacou Barbieri.

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Segundo o secretário, o custo mensal com a manutenção da vigilância é de, aproximadamente, R$ 40 mil. “Há um ano o Município mantém esse serviço. Mas não achamos que isso seja correto. Esses R$ 40 mil poderiam, por exemplo, serem destinados à UPA, já que o Estado deve 15 parcelas de repasse da verba de custeio da unidade para o município. Além de não receber do Estado, ainda estamos pagando a manutenção da segurança”, finalizou o Rogério Barbieri.

O vice-prefeito, Rinaldo Valério, também acompanhou a visita. Segundo ele, a obra está parada desde meados de 2016 e não há previsão de retomada. “Estive na semana passada com o Secretário de Saúde de Minas para tratar do pagamento dos R$ 40 milhões que o Estado deve para Divinópolis somente na área de saúde. E não há nenhuma perspectiva”, disse Rinaldo.

O vice-prefeito disse ainda que a Prefeitura vai licitar para concluir o hospital regional quando o governo de Minas oficializar a liberação dos recursos para o término da obra. “O Estado ainda tenta jogar a culpa na Prefeitura dizendo a obra está parada porque o município não licitou o restante da obra. A verdade é que não houve licitação porque o Estado ainda deve R$ 1,8 milhão a Marco XX, empresa responsável pela obra até o ano passado”, confirmou Rinaldo.

 

 

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  1. luis disse:

    conversa fiada que o dinheiro pago com vigilancia seria ou teria outro destino.

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