Vereador denuncia crimes no camelódromo de Divinópolis; de contrabando, receptação a venda de remédios proibidos no Brasil


Marcos Vinicius (PROS), dando sequência a denúncia de várias irregularidades sobre a comercialização de produtos no Camelódromo, que começou a fazer ainda na reunião do último dia 14, o vereador na sessão ordinária desta última terça (19), voltou a falar sobre o assunto, relatando que alguns camelôs possuem mais de uma barraca e estão sublocando, o que é proibido por lei municipal – O edil denunciou também que recebeu informações sobre a existência da vendas de medicamentos que são proibidos no Brasil, que coloca em risco a vida das pessoas, citou como a exemplo a comercialização do pramil, que embora não sendo proibido é um genérico do viagra, que lá é comercializado por um preço bem menor que nas farmácias. Além do citoteque, que é um remédio abortivo, conhecido como a pílula da morte –  O vereador ressaltou que a grande maioria são formadas por pessoas sérias, trabalhadoras, e que não é possível generalizar que todos praticam atos ilícitos – Marcos Vinicius falando em nome da Comissão de Administração, da qual o vereador Edsom Sousa, é o presidente afirmou que todos os fatos denunciados já estão em processo inicial de apuração – A seguir o vereador elencou 7 pontos da denúncia.

1º – Que o município não fiscaliza como deveria, e quando o faz, na maioria das vezes, os camelôs possivelmente já avisados, escondem as mercadorias.

2º – Existem 5 barraqueiros que possuem mais de um box (gabinete/espaço) e usam laranjas para ocuparem os espaços.

3º – Usam menores para trabalhar. Pagam toureiros para atrair clientes, atrapalhando o fluxo das pessoas – Existe informações que 40 espaços funcionam de forma irregular.

4º – São comercializados produtos de origem duvidosa ou até mesmo proibidos. Como foi o caso relatado dos remédios pramil e citoteque.

5º – Desobediência nas regras dos espaços na exposição de produtos.

6º – As entradas do camelódromo são cercadas por pessoas da mesma família que direcionam os compradores para suas barracas.

7º – Proprietários de espaços no camelódromo, expões suas mercadorias também em outros locais, fora do camelódromo

Marcos Vinicius, finaliza constatando que a idealização do espaço era para ser um projeto “bacana” e ao longo do tempo, foi totalmente modificado. O vereador questionou também a segurança do local, com relação a fiação, a lona precária que cobre o local, e a inexistência de banheiros.

 

Um comentário em “Vereador denuncia crimes no camelódromo de Divinópolis; de contrabando, receptação a venda de remédios proibidos no Brasil

  • 21 de setembro de 2017 em 08:04
    Permalink

    É realmente uma bagunça total!!!

    Resposta

Comentários

O seu endereço de e-mail não será publicado.

  +  69  =  71