Vamos a matemática com um mix de elucubrações políticas. Inicialmente é preciso relembra alguns números de 2008 e 2010.
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Eleitorado
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Abstençao
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Nominais
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Brancos
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Nulos
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148.779 (2008)
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18.155 (12,20%)
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117.473 (78,96%)
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5.589 (3,76%)
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7.562 (5,08%)
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154.376
(2010)
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19.824
(12,8%4)
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121.870
(78,94%)
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6.265
(4,06%)
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6.417
(4,16%)
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160.000 *
(2012)
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20.000
(12,50%)
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126.320
(78,95%)
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6.256
(3,91%)
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7.392
(4,62%)
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A dupla Geraldinho Martins (DEM) com seu vice Rodrigo Resende (PSL) conseguiram míseros 17.471, metade da votação de Galileu, logo ficou claro que Jaiminho Martins (PR), quando o assunto é eleição municipal, não tem repete a força de sua votação como deputado federal. Em síntese, não tem tanto poder de transferência de voto como é imaginado.
A votação que Galileu Machado obteve junto com Francisco Gonçalves diante do cenário adverso que foi a eleição para ele em 2008, não a totalidade dos 34.042 votos, mas uma boa parte pode ter sido consolidado em seu favor, pois, como é sabido por todos, o vice agrega, mais nem tanto, isto por que eleitores sabem que a caneta fica é com o Prefeito.
Dos 48.653 votos que o Prefeito Vladimir Azevedo obteve em 2008, se for repetido o concreto péssimo desempenho que ele obteve na votação do SINTRAM, quando a chapa 1 que ele apoiava ficou somente com quase 1/3 (648 votos) enquanto a chapa 2 obteve 1533. A se repetir isto nas urnas o atual prefeito perdeu um bom naco de eleitores, algo em torno de 30 mil votos. Lembrando que no inicio da campanha em 2008. Vladimir largou com míseros 4% enquanto o Galileu tinha mais de 35%.
Marcos Vinicius no PSC, como evangélico, pegou uma fatia dos eleitores crentes que mesmo sendo eleitores de Galileu, com a onda que se estabeleceu no município, criada provavelmente pelos tucanos que queriam o 1º lugar a qualquer custo, já que nada ficou comprovado que o ex-prefeito não era ficha suja. Não é possível precisar o número exato, mas o fato é que entre os eleitores de Marcos tinha um número de eleitores que anteriormente votavam em Galileu, e se naquela época não votou em Vladimir não será agora que votarão.
Uma pergunta, e ao mesmo tempo uma resposta. Os eleitores que votaram em Geraldinho Martins (DEM) e Rodrigo Resende (PSL), seu vice na época e que agora está com Vladimir Azevedo, filiado ao PDT se habilitando em ser vice do Prefeito, são os mesmo eleitores do deputado Jaime Martins (PR)?, Parte pode ser, mas não todos. Geraldinho tem vida e luz própria não vive à reboque do irmão, muito pelo contrário, falam as pessoas do convívio da família. Outra pergunta, estará a família Martins coesa e unida em apoio a Vladimir? Muito embora a juventude esteja pouco ligando para esse negócio de clã de família.
Segundo informações, um dos partidos da oposição teria realizado uma pesquisa e teria obtido como resultado que o eleitorado cansou de aventuras e experiências, ao mesmo tempo em que querem sair da mesmice da política divinopolitana, dos políticos profissionais, querem renovação e mudança, mas sem correr riscos. Fizeram uma experiência e não foram felizes, teria informado a pesquisa qualitativa.
Galileu tem fixo aproximadamente 20 mil votos, em qualquer cenário. E, muitos dos votos que em 2008 migraram para Vladimir muitos “eram dele”, que os eleitores descontentes com a onda que foi criada do ficha limpa e do pagamento atrasado do funcionalismo que ocorreu em seu governo, migraram. Pode ser que volte, pode ser que não, vai depender da atuação dos outros pretendentes. Entre eles está o candidato do PT, Beto Cury, que entra na briga embalado por uma popularidade recorde da Presidente Dilma e do mito Lula. Os petistas afirmam que Beto não esteve ausente por oito anos, esteve sim, se preparando para este emblemático embate. Afirmou ainda que pela primeira vez o partido entra na briga estruturado e com o apoio total na Executiva Nacional.
Heloisa Cerri (PV) também desponta como a grande novidade da política divinpolitana e um nome a ser considerado. Fiscalizou o executivo à exaustão nos últimos três anos e meio de governo. Não deu trégua, nos mínimos detalhes.





