Com a situação de Galileu Machado definida pelo Tribunal Superior Eleitoral, sendo oficialmente aceito o deferimento de sua candidatura, e diplomado no próximo dia 16, tomando posse no dia 1º de janeiro, como prefeito de Divinópolis, o vereador peemedebista Adair Otaviano finalmente, após tentativas frustradas em legislaturas passadas, passa a ter reais chances de ser o próximo presidente da Câmara de Divinópolis – Adair Otaviano sempre foi o fiel escudeiro do PMDB e de Galileu Machado no Legislativo, e dificilmente será preterido em detrimento dos outros dois vereadores da legenda, Delano Santiago e Edson Sousa, já que ambos se filiaram recentemente ao partido. Essa é a expectativa do vereador Adair Otaviano, que no final de 2011, não fosse a traição do seu antigo grupo político, Adair teria sido eleito presidente para a gestão de 2012. Contudo a opção foi pelo nome de Anderson Saleme que na ocasião era aliado do prefeito Vladimir Azevedo e teve também as “bênçãos” do deputado federal Jaime Martins que na ocasião ambos eram do mesmo partido, o PR – Agora sim, com a liberação de Galileu Machado, o jogo da sucessão na Câmara vai começar para valer, até então era apenas um treino, uma brincadeirinha de lançar nomes a presidente – Todos os “caciques” políticos, leia-se deputados, prefeito eleito, afirmam que não entram na disputa, mas entram sim, claro que de forma dissimulada – Todavia, é preciso fazer contas. O PMDB tem um larga de 5 votos. Mas precisa fazer maioria na Cãmara para assegurar a governabilidade de Galileu, que são no minimo 9 votos. Aí começa o “toma lá, dá cá”. É assim que funciona o nosso sistema. Ninguém administra uma cidade, um Estado e o próprio país, se não tiver maioria no Legislativo.