Os teóricos do Executivo e os sem experiência do Legislativo atrapalhando a administração do Prefeito Vladimir Azevedo

Publicado por: suporte

Ninguém em sã consciência, diante dos dois mandatos do ex-vereador Vladimir Azevedo (PSDB), pode acreditar que as diretrizes políticas, principalmente a de embate radical com o legislativo possa partir exclusivamente dele.

Acredita-se que ele possa até, em determinado momentos, ter lá pensamentos de radicalização, que ao ser verbalizado para os seus pares, (alguns puxa-sacos mesmo) dizem: É isto mesmo prefeito, e o insuflam ainda mais (para o puxa saco tudo é no aumentativo, tanto para o mal quanto o bem. Eles ecoam a voz e o pensamento do chefe aumentando).

Continua depois da publicidade

Vladimir Azevedo morou na Casa Legislativa por oito anos, e não seria em apenas três anos que ele perderia todos os princípios democráticos/políticos de dialogar com a Casa de onde ele saiu. Aí tem dedinhos estranhos à política divinopolitana, a forasteiros acadêmicos/teóricos oriundos do meio estudantil.

Alguns secretários e de outros escalões do governo têm reclamado muito do secretário de Governo Antonio Faraco, claro que se esgueirando pelos cantos, e, anonimamente, pedindo pelo “amor de Deus” que a matéria/artigo não deixe nenhum vestígio que eles possam serem identificados.

A reclamação sobre o Faraco, é do seu jeito “ditatorial/educado/dissimulado” de ser e conduzir as questões. Segundo informações, “ele mata um com a mesma fisionomia, se franzir sequer a testa – É um bom jogador de pôquer, domina as emoções, a raiva que está sentindo, na sua plenitude”, afirmou o anônimo membro do governo.

Na época do o ex-secretario de Governo, Fernando Ordones, não havia tantos embates entre o Executivo e o Legislativo, havia mais diálogo e menos embate entre os dois poderes.

Rui Tavares, atualmente exercendo a função de gerente do Conselho do Centenário, logo no inicio do governo Vladimir Azevedo, chegou a ensaiar ser um membro de relações institucionais entre as duas casas, mas não deixaram que o seu trabalho progredisse e ganhasse consistência, logo o retiraram.

Atualmente, sob o comando do secretário Faraco existe um “servidor”, Pastor Arlem Silva, ocupando a antiga função de Rui Tavares, o objetivo era que ele fosse uma espécie de “interface” entre o Executivo e o Legislativo, mas acabou se tornando motivo de “piada” entre alguns os vereadores, já que ele não consegue articular nenhuma ação nas votações dos projetos de interesses do governo.

Continua depois da publicidade

Existe gabinete que ele nunca entrou. O líder do governo Edmar Rodrigues, ao ser questionado sobre a função deste “servidor” esclareceu que ele leva alguns documentos para ele (Edmar), mas que a função seria realmente a mesma que o Rui Tavares tinha, “Relações Institucionais com a Câmara”.

No episódio da urgência da votação dos projetos dos empréstimos, 060, 061 e 062, os pensadores estratégicos do Executivo mostraram total inabilidade política, assim como a própria direção da Casa Legislativa. Este erro de avaliação do grupo político do prefeito frente à oposição resistente da dupla Edson/Heloisa pode sair muito caro para as pretensões de reeleição de Vladimir Azevedo. Se o empréstimo não for liberado em tempo hábil de ser feita as devidas licitações dentro do prazo que a lei eleitoral determina, o governo não vai ter o canteiro de obras na cidade, como ele pretendia que fosse.

Na força e na raça, passando por cima do Legislativo, o vereador Edson Sousa afirmou que isto não vai acontecer, ele estará sempre fiscalizando em beneficio do povo, e, que para isto foi eleito. “Estão querendo governar de qualquer jeito, sem a fiscalização da Câmara, sem o rito que precisa ser cumprido em um regime ditatorial – O prefeito quer votar no seu tempo e do seu jeito, assim não vai – Não basta querer fazer, é preciso que os eleitores saibam previamente como será feito e quanto vai custar ou custou – É preciso cuidar do dinheiro publico com zelo”.

No embate, sem o diálogo, todos saem perdendo. O prefeito Vladimir Azevedo suscitou o revide da oposição, quando disse em um jornal que o projeto do empréstimo seria votado de qualquer jeito.

Sim foi votado de qualquer jeito, mas, está parado. Não adiantou ser votado de qualquer jeito. “Na marra”.

Disse mais o vereador: “Alguns vereadores que não conhecem bem o regimento, substituem o conhecimento pela prepotência e arrogância – Compete ao presidente colocar em votação somente os projetos que estão de acordo com a lei, com neutralidade”
“Um projeto que já deviria ter sido sacramentado em julho, que era urgente, que já poderia ter sido resolvido virou esse imbróglio juridico, por inexperiência e prepotência”

É. A voz corrente não só no meio político, mas entre a população e até os eleitores que votaram em Vladimir, é de lamento com relação à sua administração. Achavam que ele tinha tudo para fazer um bom governo, por sua formação, seu berço familiar, sua atuação quando vereador. Mas, se perdeu, escolheu mal sua equipe. E, o pior ouviu e acatou somente os maus conselhos. Orientações de teóricos de pessoas muitos jovens que ainda pensam que são donos do mundo, que a roda da vida gira conforme suas vontades vaidosas, que pela idade ainda não sabem lidar com o efêmero poder, que hoje estão com eles e amanhã, não mais.

Agora (palavra também nociva ao seu governo) não dá mais para calçar as sandálias da humildade, o pé encolheu.

Continua depois da publicidade

comentários

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

🛈 Aviso sobre comentários no Divinews

Os comentários publicados nesta página são de inteira responsabilidade de seus autores. O Divinews Portal de Notícias Ltda não se responsabiliza pelas opiniões, acusações, ofensas ou informações expressas por terceiros.

Comentários que contenham conteúdo difamatório, injurioso, racista, discriminatório, ameaçador ou que incentivem a violência poderão ser removidos sem aviso prévio.

Em caso de requisição judicial, o Divinews fornecerá às autoridades competentes as informações de identificação do usuário, incluindo o endereço de IP da máquina utilizada, conforme prevê a legislação brasileira.

Continua depois da publicidade

artigos  relacionados